Episode Transcript
Seja bem-vindo ao MDA, coloque seu fone de ouvido e viaje com a gente no mundo dos animes.
E.
Estamos no ar com OMBA 6, o David pirata aí, uma noen voadora viaja conosco no mundo dos animes e nesta semana vamos falar a razão.
Um motivo porque não há mais tantos animes longos aqui é o Lucas.
E que saudade daqueles animes de 200, 300 ou como Naruto que tiveram 500 episódios.
Eu tenho saudade não, cara.
Não, eu não tenho saudade do feeling do assim, do anime.
Eu sinto.
Ah, é o cara aí, coração mole?
Que saudade dos colocar a minha a.
Maravilhosas do Neymar, saudade do que nunca vivemos, porra.
Que saudade da cadeia, né, cara?
É isso aí, legal, tá?
Então, aí começamos aí.
O processo vem?
Do Nada, Mano?
O que?
Aconteceu, irmão.
Você tá bem, Chris.
Você quer conversar com a gente?
A gente a gente trava a gravação até agora.
Que ele falou em Naruto e depois, na sequência, citaram o Neymar.
Aí eu senti saudade da cadeia.
Estranhamente, eu acho que cara, é o seguinte, velho, não tenho nenhum medo do Neymar.
Se ele for jogar contra o meu time agora, dos advogados dele contra mim, aí eu tenho um problemão, cara.
Só isso mesmo aí é complicado.
Aí é complicado.
Hoje os advogados do Neymar estão jogando muito mais do que ele.
Imagina o Neymar no Fluminense, o miúdo que IA ser?
Nossa, igual o Soteldo, pô, aqui é o Carlos.
Era gostosinho ver 300 e passado 300 semanas da sua vida acompanhando o anime, hoje em dia eu só sei um triste com o anime chinês cara por escravo.
Os dongwars dongwars.
Dongwars e será que a China vai?
Ah, outro podcast que a gente pode fazer.
A China vai dominar os animes.
Olha só.
Essa é um debate interessante, cara.
Interessantíssimo.
E aí, galerinha?
Minha aqui quem fala é o Christian.
E ainda bem que não existe mais essas gerações novas, né?
Elas não sabem o que que é chegar pro amiguinho e dizer, calma, cara, depois do episódio 230 fica bom.
Só pra falar pra galera, tá um é um pseteiro do episódio um tá Rio?
Olha só, é isso mesmo, é isso mesmo?
Ô chegar pro amiguinho e falar assim não pula do episódio 71 ao 90, pula esses 20 episódios aí que é todo feeler.
Nossa, aí tem um caso.
Cara, lá o feeler é foda.
Só se tem uma frase, os caras já colocaram a carapuça na cabeça, cara que nem falei.
Tem um piercing, pô.
Dos 30 primeiros episódios, rebone, você assiste 5, né, irmão?
Olha lá, sempre falo isso.
Complicado.
Rebone, é complicado.
Aí a gente pode falar dos 30.
Primeiro episódio, assiste 5, vai aí, tá?
Bom, não, não, não.
Aí você pode falar, ó, dos dos 200 primeiros episódios, você não assiste nenhum, é melhor pra tua vida, tá ligado?
Cara, sabe, é bizarro que que que até esses 30 primeiro episódio o arco é chamado de normaldez.
Aqui é o Guaraná e me convenceram a gravar esse podcast dizendo que era um podcast de Prince of tênis, o melhor anime longo de todos os tempos.
É, eu IA perguntar pra ti, de qual episódio a gente começa a assistir Prince of tênis Guaraná não sei do.
Último nos crepe.
Ah, boa, você começa a assistir preço tênis depois que você for lá na Cracolândia e bater um Zinho com os parceiros.
Calma aí, galera, calma aí, calma.
Aí, por isso eu comecei agressivo.
Muito afim do processo não é possível.
Basta juntar esse Monte de maluco aqui, vira essa doideira.
Hein?
Ainda bem que o Valente só veio o gravado que o Palmeiras ganhou.
Cara, eu não sou esse tipo de pessoa não.
Cara, mas isso aqui é uma clara referência ao animístico do passado.
Nossa, é de fato.
Exatamente, temos que lembrar do cérebro, episódio em que ditamos que é mais digno como ser humano fumar crack do que assistir para o surf tênis.
Isso é verdade, né, velho?
Nossa, isso é muito animístico nossa, caralho, esse tipo, esse tipo de frase, cara.
Eu sou o Rafael Valente, eu sinto falta da época que o.
Guaraná não pulava um podcast.
Já faz tempo, Mano.
Assim como os animes não pulavam uma semana sem ser exibido, olha só.
Isso é verdade, né?
Olha aí mais ou menos, né?
Porque lá na limusk também, o Guaraná fundou um quadro que ele gravou 3 episódios depois sumiu padrão.
Eita, cara.
Não foram mais, foram mais, foram mais.
Vai, pô.
E pior, que era um era um quadro legal, né, velho?
É praticamente o que a gente está fazendo aqui hoje, né?
Acho.
Que eu participei desse quadro, inclusive, era o quê?
Távola redonda?
Távola redonda, né, pô?
É, eu já fiz Távola já.
Com todo respeito, era.
Um quadro que Era Eu, o Lucas e convidados, a kapum, tá ligado?
Gostava.
Era, era muito maior, era.
Era basicamente isso, não?
Era basicamente que virou MDA, só que sem tudo, agora não.
Golpe de estado tomou um golpe de estado era um.
Que era tão puto que eu não, que eu não fazia Oo episódio, que era pra cá, né, velho?
Aí Oo, Lucas assobiu para ele, matou no peito e saiu jogando.
Tá vendo que é isso, Hein, Lucas?
Ó.
Não, não vamos parar tudo isso e muito mais após os e mails.
Gente, o patrão ficou maluco na anime Hunter sim, nossos parceiros agora estão com 15% de desconto no Pix e no dinheiro e 5% de desconto no cartão com o cupom.
MDA?
Também somos parceiros da creethol, o maior streaming focado em animes no Brasil, e rádio j Hero, onde estamos todo domingo às 4 da tarde.
Voltando dos recados, EE mails, bom, como a gente falou aí na introdução, a ideia aqui é falar sobre as mudanças da indústria ao longo dos anos e principalmente porque a gente não tem mais aquelas obras assim, ou pelo menos não tem com tanta frequência aquelas obras com 100, 200 episódios.
Porque é tão difícil imaginar hoje uma obra chegando aí às 300, esses episódios como um blitz, a 291 como Dragon Ball Z, ou 500 como Naruto Shippuden, né?
Então, Carlos, tu que deu uma das ideias aí sobre como a as mudanças nos comitês de produção, né?
Você e Guaraná falaram aí sobre os comitês de produção.
Dá uma puxada aí.
Não, eu acho legal assim pra gente iniciar essa estrutura que a gente está pensando aqui, né?
A gente estava conversando e é bom fazer uma recapitulação histórica do que a gente entende como esse momento principal, da dessa grande mudança, né?
Do que?
Vem sofrendo e isso assim já hoje a gente já pode falar como estruturalizada, né, na indústria dos animes, né?
Então a gente está falando principalmente da da década passada, onde que teve é essa formação, né?
Essa mudança tão drástica da da estrutura, porque principalmente para aqueles que são mais fãs novos de de anime, né EE que estão acompanhando, sei lá, tem uns 56 anos de dessas obras, mas de vez em quando vão se deparar, sei lá, num streaming, esse tipo de coisa, com um anime como Naruto, como blitz, essas coisas assim que são animes, que tem 500 episódios, 300 episódios.
De cada temporada, né?
No caso de Naruto 500 do shippuden +200 e pouco do do do classic, né, se eu não me engano.
E aí vai ver o que está saindo hoje em dia, tu vai ver.
A maioria dos animes saem em 24 episódios, 2 episódios seguem um padrão de série, né?
E aí a gente resolveu montar essa pauta que assim para discutir esse essa estruturação histórica e o que que é impactante pra gente, público, mas também em certo sentido para a indústria, né, porque que teve essa mudança em certo sentido, né?
Nós não podemos esquecer uma coisa, né?
Em off, nós estávamos conversando.
Pô, temos que estabelecer algumas bases para nós começarmos a debater, né?
E uma delas é o conceito de anime longo.
E qual é o tipo de anime longo que não costumamos ver mais hoje em dia que a gente vai tanto falar, né?
Então, por exemplo, alguém pode chegar e dizer assim, Ah, mas o boku no Hero tem trocentas 1000 temporadas e aí é um Monte de episódios para mim, é um anime longo, não é desse tipo de obra que estamos falando, estamos falando do quê?
Uma obra que começou a ser lançada, né, um ano e meio pega, por exemplo, o na One Piece.
Né, e ele que sai semanalmente, no qual a produção ela não teve uma pausa, né, um fechamento de temporada.
E aí teve uma pausa até o lançamento de uma próxima temporada, que é o que é o modelo que nós vemos hoje, né?
Nós vemos isso com todos os animentos que estão fazendo sucesso aí recentemente, né?
Dan da danca de número 8, é lá boconojila, não faz muito tempo também, enfim, encaixe qualquer anime aí, até mesmo os mangás longos de revistas famosas, né?
Mas esse tipo de obra longa que sai 100 para.
AA qual é o limite de episódios que costumamos?
Aí nós conversamos em off, né, que chegamos a uma conclusão que, pô, isso aqui é uma obra longa que não teve uma pausa, 50 episódios.
Por quê?
É, seria basicamente 11 episódio por semana, né, que dá um ano inteiro.
Exatamente um ano ao ar toda a semana.
O ano, no caso, tem 52 semanas, mas aí a gente tem a, sei lá, Golden week, coisa tal que a galera, a galera tem pausa lá, então, uma.
Pausa também geralmente tem uma pausa isso.
Sempre dá uma cortadinha entre 11.
11 semana e outra, né?
Não é raro ter obras de 50 episódios que chegam a 5254.
Também pegam Digimon venture, né?
Sim, sim, obras assim.
Mas enfim, só para deixar claro as nossas regras básicas aqui do começo do nosso debate.
Isso EE aí para vocês entenderem também.
A gente também está considerando que obras abaixo de 25 episódios basicamente seguem o processo de de civilização que a gente está colocando hoje, né?
Se o que se não a base, é claro.
Ah, o boco no Hero, como o Cris apresentou aqui como base, tem tantos 1000 episódios, beleza, mas nenhuma temporada de boco no Hero ultrapassa 25.
26 episódios de de construção.
Eles seguem uma estrutura das temporadas que são apresentadas hoje, né?
Sim, mas, por exemplo, freeling, que chegou a passar dos 25 episódios, a gente também considera um.
Um.
Anime de temporada, né?
Um anime que seguiu o processo de temporada, né?
Então a gente está usando o balizar aqui, mais ou menos de, sei lá, 48 e 52, que era a média de antigamente, de de animes.
E alguns animes ainda saem de vez em quando.
Assim, só vocês entenderem o que que é um anime de grande fôlego, né?
E principalmente porque a gente vai falar muito de processo.
O Audi de fazer anime, produção de certas temas que são mais assim de quem está dentro do mercado.
Mas quem acompanha o mercado de produção de anime, ou de pessoas como eu, como o Lucas, lá do catum, que trabalham com a produção de de audiovisual para vocês entenderem um pouco melhor o porquê dessas mudanças, uma coisa que a gente quer abordar um pouco mais para frente também é talvez os motivos dessas mudanças, sabe?
Não somente é quando elas aconteceram ou assim, mas também tipo assim, Ah, por que que isso aconteceu?
Qual a necessidade de mercado?
Qual é o princípio da produção disso?
Porque isso é melhor.
Produção, porque esse é pior para produção e tudo mais e tal.
A gente, a gente vai abordar um pouquinho desse, dessa salada de fruta, porque é um tema muito grande, tá, gente?
O que eu acho importante dizer principalmente é é já deixar tudo claro, o pessoal que o que a gente vai falar aqui quando o Carlos falou assim, a tentar listar motivos, são tudo uma questão assim de teorizar, porque o mercado de anime assim, cada comitê de produção trabalha de uma forma.
É cada editora que você está bancando um anime, né?
Que faz parte do cometa de produção, trabalha de uma forma, tem ideias diferentes, trabalham de forma diferentes.
Cada produção é uma produção, então e cada é emissora de TV também, emissora de TV.
Sabe que tem umas que assim, durante muito tempo e até hoje em dia ainda estão presentes com metas de produção.
Então a gente chega a dizer o motivo é este, não necessariamente é, é um fato ou coisa assim, mas a gente está aqui obviamente tentando levar o debate, usar tipo assim, teorias mesmo, para a gente poder tentar chegar em em motivos do que fizeram, por exemplo, ter todo esse saber, essa mudança No No no mercado em si, sabe, na indústria é um processo multifancetado, né, cara?
São muitos fatores.
Que que levam a esse?
Não sem função.
Nós temos 2 fatores tecnológicos, né?
Como assim assim, só correndo?
Rapidinho, né?
A evolução da TV, né, a gente tem lá tinha ATV aberta de você ter ou pegar o sinal, aí você chega com ATVA cabo, a evolução da TV digital e depois com e no fim chegando aos streamings, né?
Então a gente vê toda essa, esse desenvolver que afeta a indústria, né?
E aí você tem também mudanças organizacionais de como é organizado e produzido esses animes, né?
O Guaraná tá falando com a gente aqui em off sobre os comitês de produção.
Né, eu gosto muito de sempre levar em consideração isso, porque eu até falei, pro pro que?
Mas assim, antes de da gente começar, porque não estava só eu e ele, e o Lucas não é chamado.
Aí eu falei, pô, eu acho que realmente um dos maiores Turing points assim, sabe?
Tipo assim, um ponto que muda bastante a indústria é realmente o comércio do comitê de produção.
E o que é o comitê de produção, eu acho.
Tipo assim, falando de uma forma meio geralzão mesmo, Bora imaginar que antes, ali em 9290 e 94, o Carlos e o Valente decidiram o bancão, um certo anime chamando Yu hakusho, que é um anime longo da época com grandes episódios, uma das melhores produções longas de todos os tempos, na minha opinião.
E pô, eles aqui ó, 50% do que de quem bancou o anime foi o Carlos, 50% de quem bancou foi o Valente.
Está portando, Hein, Valéria?
Eu, né?
Pegando um momento que a indústria percebeu assim, pô, se entrar o crise e o Lucas, para ajudar a bancar a gente vai poder, por exemplo, pegar uma outra obra e dividir os riscos entre a gente.
E não necessariamente no comitê de produção, o dinheiro que está envolvido, ele é igualitário, mas o lucro que você recebe o é proporcional àquilo que você investiu, sabe?
Se é 30%, se é 25%, não necessariamente 4 empresas decidindo tipo assim fazer o funding do anime e investiram 25% cada, de forma igualitária.
Um outro fato que eu gosto sempre de deixar muito claro quanto ao comitê de produção e anime.
Longo é que, na maior parte das vezes, quem participa documentos de produção é a própria editora, o canal de televisão, né?
Tipo assim, a emissora de televisão, porque eles querem tipo assim.
Naquele período, tinha muito esse negócio de que a audiência servia muito para atrair anunciantes pro pro canal, obviamente da demografia daquilo que se estava passando, né, se é infantil ou não, tudo isso aí geralmente já já caracterizava assim mais ou menos naquele período, o que fazia um cometa de produção investir num num anime, sabe?
Eu imagino Guaraná muito daquele sistema.
Por exemplo, uma oi, Christian e jump, né?
Acho.
E ele chega assim, vem ele, chega lá na TV.
Toque olha, eu tenho esse mangá aqui assim, não necessariamente desse jeito, mas eu mangá aqui de Naruto.
E se a gente produzir?
Sim, sim, sim, sim.
E aí eles chegam e os 2 chegam juntos, né?
Ou a própria Xuxa que esteja encabeçando, chega numa banda e fala assim, olha, a gente aqui está pensando em produzir 11 anime de de Naruto?
Pois se você licenciasse os produtos de Naruto, né?
Se você me ajudar a produzir esse anime, você pode licenciar e ficar com o lucro dos produtos licenciados disso.
E aí você já juntou 3 empresas para produzir.
Se dá errado, tem uma visão dos discos, sabe eu?
Acredito.
Que ali por volta dos anos 8090, eles eram muito gerados em volta de é vendo muito o mercado americano, né?
Como funcionava, pô, Star Wars foi basicamente isso daí, né?
Ele, ele fez muito sucesso, filme, começaram a vender boneca que não louco e viram que esse mercado era muito forte, né?
EEO, Japão, ele vai nessa onda mais ou menos de que, pô, AA gente, tem essa obra aqui, então a gente vende para uma TV para conseguir custear a parada, consequentemente a gente consegue fazer brinquedos do tipo, não é à toa que um.
Um dos grandes sucessos dos anos é 80, começo dos anos 80.
Ali foi ganda para vender boneco.
Sim, quando você pega as empresas, que geralmente participaram muito de de comida, de produção e continuam participando até hoje, você tem, por exemplo, a King's recorde, que é uma empresa, tipo assim, Ah, que trabalha com música, né?
É gravadora, você tem AA própria Bandai, a unipplex ali, que estava muito focado em querer tipo assim, vender os DVDSE Blu Ray naquele período.
Hoje não tanto, né?
A própria editora, né?
A chu extra chugar com o cam qualquer uma, né?
E os o canal de televisão.
E não só isso, né?
Você tinha muito da da época dos anos 80, né?
Pra.
Para vender boneca.
Só que conforme os anos foram passando ou você vê uma mudança, né?
Por exemplo, no começo dos anos 2000, era comum a gente ter anime para promover mangá.
Isso aconteceu com o clemore e com gntes.
Olha aí consegui citar gntes.
Sim, sim, que é isso, né, cara?
Já que o Valente citou gunden, né?
Aqui no MDA temos um episódio de mobol sweet gunden que é um ótimo episódio.
Diga se e fazemos OA histórico da da produção.
Mas para quem não sabe, brinquedos, eles fracassaram porque a clover, que era a produtora dos brinquedos lá vendia os brinquedos muito.
Puleiro mesmo assim as coisas meio meio bosta, que aliás, agora é uma raridade, né?
Quem tem o boneco do do RX 78 2 da clover, o cara é o rei da da coleção dos bonequinhos.
Mas assim, o que que aconteceu teve o filme e se descobriu que na verdade, aquela série que foi cancelada por falta de orçamento da produtora de brinquedos, né?
Porque esse negócio de vender brinquedo para poder juntar animei já é bem mais antigo desde a época dos super robôs, né?
Mas ygasei, gato robo e et cetera.
Mas no caso de ganda é uma virada histórica desde a da questão de tom.
Da própria obra, mas porque ele fez muito sucesso, as pessoas perceberam tarde demais, aí a banda aí chegou e falou, eu resolvo isso.
E aí ela entrou com os brinquedos de gandan apresentando os kits de modelo, né?
Os model kits para poder montar bonequinho.
Aí se percebeu que dá pra fazer uma de fato uma mina de ouro com um merchandising, tá, porque antes tinha os merchandising, não era uma coisa nova, né?
Mas era aqueles brinquedos já tradicionais, aqueles bonecos de plástico já pré moldados até então se.
Percebeu que existia uma gama quase infinita de possibilidades, principalmente pela chegada dos model kits, né?
Que que não.
Para quem não sabe que são model kits são essencialmente bonecos no qual a gente as peças dele estão todas separadas de uma grade.
Aí tu recorta elas e monta do mesmo como se fosse um trabalho de artesanato.
A partir daí, a indústria foi transformada para sempre mesmo.
Não fala isso que eu montei meu primeiro model kit semana passada.
Louco, né, velho?
Qual fala é um de um do gandan wing é o Gate 105.
Se eu não me engano.
Ah, eu estou com 3 do gandan wing aqui.
O último que eu montei foi o próprio wing, um HG do wing.
E eu estou montando neste exato momento o gandan Freedom, né?
O Freedom gandan.
Cuidado com esse vício.
Viu?
Então daqui a pouco, MDA com o link na descrição link de afiliado.
Aproxima nós, né?
Logitech?
Já colou aí com a gente, né?
Mais uma marquinha, mais uma marquinha.
A Bandai pode pular, mas aí, gente.
10% de desconto com o código Valente ganda.
É uma coisa que meio que vai se atualizando com o tempo, né?
Porque se no passado?
Era brinquedos, abre aspas analógicos, né?
Que é que é os gampas e tudo mais.
Você pega um mais recente, o anime de solo leveling, você tem a netmebal lar envolvida, que é uma empresa assim muito conhecida de jogos mobiles, né?
É, eles fazem jogos assim, deixa de Diablo até jogos menores assim.
Eles são uma das melhores empresas de jogos mobile que existem hoje no mercado e os caras é um tipo assim, participa bem forte No No solo, na no comitê de produção do solo leveling, além de outras marcas como a kanthow Cao Cao, que também é dos web um.
Sai.
Games faz, faz aninhos, faz games tem.
Estúdio você, se a própria habitual também tornou comitê de produção, quem sabe?
Não, mas então eu acho legal a gente fomentar um pouco sobre isso pra gente dar uma passada na parte de comitê de produção, que é assim, só para as pessoas entenderem que o comitê de produção ele é uma parada, como o Guaraná comentou que se formalizou principalmente nos anos 90, mas o conceito de comitê de produção, ele essencialmente ele não mudou totalmente estruturalmente do desde então, né?
Uhum, então você tem essa essa formatação de várias empresas entrando para mitigar processo de custos.
É isso, continua até hoje.
Ao mesmo tempo que vem acontecendo até um fenômeno recente de de certos animes específicos, né?
Terem poucas empresas, né?
A gente viu principalmente ali, nas 2 décadas passadas, o comitê de produção ser muito pulverizado por empresas, porque assim você emitiu, quanto que você gasta no teu No No orçamento do do anime, né?
Se você me permitir me dar um exemplo, o caso bem rápido é raro.
Por exemplo, os os estúdios, eles eles estarem no comitê de produção.
Não é tipo assim, muito normal.
Mas você pega um caso recente, é a mapa injetou.
Muita, muita grana na produção de ciência, Alemanha.
Será que a.
Autopromoção é uma propaganda de seu próprio trabalho para os outros, para os comitês em geral.
Não só isso, mas o fato de que que provavelmente eles sentiam que realmente IA ser um ritmo, sabe?
Porque já era uma obra muito famosa que todo mundo esperava.
Anime é, tem muitas histórias interessantes da produção de ciência.
Alemanha, sabe?
Boa, boa.
Boa é.
Por exemplo, se eu não tu pode me pode me confirmar Oo Guaraná, mas se eu não me engano, jujuts cai sem quem banca a primeira temporada quase inteira é a própria sueixa de de.
Produção.
Que eles compram a briga de de desenvolvimento ali?
E inclusive, então, se eu não me engano, também AA primeira temporada de de demons layer é algo nessa.
Alfa o tabel também faz parte da comédia de produção.
A roofita tem faz parte do comitê de produção, só que acho o eixo junto com AA por meio da anyplex e os 2 juntos, eles bancam quase todo o processo inteiro junto com a of table.
Sim, eu sei.
Mas aí foi mais acho que um, se, se bem me lembro, foi mais uma aposta do que qualquer outra coisa, porque o mangá está vindo mal das pernas, se bem me lembro.
Exato, exato, mas assim, só pra gente demonstrar como funciona o os comitês de produções, porque tem comitês de produção.
Você pega uma obra e você você não sabe se aquela obra vai dar certo, mas por exemplo, você tem tem é processos aonde que, por exemplo, a shueixa, ela olha para aquela obra e fala, isso aqui vai dar bom.
Ainda mais hoje, numa mudança que a gente tem mais recente do processo de de venda de de de anime, que é essa coisa que talvez tenha sido instaurada com o demon Slayer, que é essa grande produção de animeia, com uma grande produção de de de animação de ação, especialmente uhum, que atrai público, né?
Viraliza, né?
E aí?
O que acontece?
A própria é a shueixa as próprias coisas.
A kodan achei por aí vai entendem que fazer um investimento estarem por trás de um processo desse, talvez até ter mais controle nesse quesito de como vai ser o processo ser feito com uma parceira grande, como é no caso, por exemplo, a niplex hoje, só para as pessoas entenderem.
A niplex é faz parte do grupo Sony, né?
E que hoje é um grande conglomerado que atua de ponta à ponta desde a produção do anime, né?
Da desde talvez da compra da IPO, da IPO, não da da da da IP, né, que é AA propriedade intelectual, até a distribuição, porque eles são donos de fun Nation e crun.
Tirou, então, tipo assim, eles pegam todo o processo de de construção de um anime.
Até a distribuição.
Você ter um grande parceiro como eles assim é, garante para uma shuexa, para uma godancha poder chegar junto, que todo o processo de distribuição, todo o processo de criação, vai ter saída, sabe?
Então, tipo assim, isso é uma coisa que é o que o Guaraná começou comentando o lado do comitê de produção, de tipo assim, aparecer 2 pessoas só e eles comprarem o risco hoje em dia, até até estar se retomando um processo desse tipo de visão.
Por que que eu estou falando isso?
Porque se ele for pegar ali, ali, década de o.
Grande era de ouro da jump, sabe?
Tipo assim, desde 959695?
Não, mas tipo assim 9293 até o início dos anos 2000 ali.
A site ali por ali, né?
98.
É essa época específico da da da jump da shuecha.
A shuecha não metia a mão em comitê de produção.
Na verdade, eles recebiam as pessoas e recebiam processos de de, de ofertas, de de receber para fazer anime uhum.
Entendeu o que eu estou falando?
E aí, tipo assim, isso era padrão na indústria de mangá, tipo você as as indústrias receberem a oferta.
Pra propriedade intelectual, e aí eles escolherem aonde que eles vão é liberar essa propriedade intelectual para ser feita, né?
Então eles não tinham muito essa questão de tipo, Ah, nós vamos ter controle, nós sabemos como é que vai ser esse tipo de coisa, não ele, eles só recebiam a grana e hoje em dia tem uma mudança nesse processual de construção de anime que talvez também esteja ligado nesse processo que a gente tá falando de discutir os animes longos, esse tipo de coisa, porque talvez com a na mão deles eles conseguem saber onde que tem que parar, onde que tem que continuar esse tipo de coisa.
Eles têm mais controle sobre a obra, né?
E aí, sei lá, tu vai pegar um blitt.
Que saiu na lá no início dos anos 2000, como a Xuxa não tinha controle nenhum sobre isso e também não era a prática do mercado.
Aí blitz foi lá para ter cacetada de 300 episódios, sabe?
E talvez com a mão deles não tivesse.
Então, tipo assim, são congruências que a gente está trazendo aqui de mudanças de mercado.
Beleza, Oo controle das grandes editoras existe hoje em dia devido a elas colocarem elas mesmo, né?
O dinheiro.
Mas lá nos anos 90, com a criação dos comitês, na prática Guaraná, qual foi a grande mudança que permitiu o.
Desenvolvimento de mais animações, na prática, é a redução de episódios.
Cara, mas antes eu quero só complementar um negócio que o Carlos falou, perdão.
É muito legal ele citar um ponto ali da parte criativa, porque tem muitos casos da indústria onde obras foram mudadas por causa que justamente a comida de produção não é só também 11 negócio que só injeta dinheiro.
Eles também têm muito peso em em criativo, em não só em escolha de estéfica.
Isso seria meio óbvio, mas até em decisões da história.
Por exemplo, já teve casos tipo assim, rumores da indústria de que um certo anime que tinha como um dos seus maiores uma das uma das empresas que mais injetava era uma.
Empresa de de selo musical mesmo de de de gravadora, e que eles colocaram uma pessoa que era dubladora, barra cantora, para fazer um papel.
E esse papel teve muito mais importância, tipo assim, teve muito mais tempo do que qualquer outro personagem.
E disse, disse por aí que é por conta de de justamente desse peso, sabe?
No comitê de produção.
Mas enfim, agora, ainda para o que Oo Cris falou, na minha opinião, OA grande mudança sabe que o comitê de produção traz.
É justamente que uma empresa que antes não tinha como entrar num comitê de produção que fosse, por exemplo, só 2 empresas.
Mas agora ela pode entrar porque ela está dividindo o oficial, o papel com 4678 e isso viabilizou tipo trazer muito mais animes.
Se você for fazer um exercício muito rápido lá nos nos qualquer site sabe que lista tipo anime, mais anime.
Lista é você colocar por ano por temporada ali, 95969798 e fluindo de ano a ano você vai ver crescendo, crescendo, crescendo, crescendo, porque mais empresas agora podem participar do comitê de produção, é mais gente interessada em fazer anime, é mais dinheiro rodando a indústria, você precisa de mais estúdios, você precisa de mais pessoas e isso faz com que o número de animes cresça ano a ano, né?
A gente.
Por exemplo, o caso da kadokal aqui um uns anos atrás anunciou que tipo sair lançando o anime Na Na indústria mesmo.
Então assim, independente da qualidade, independente do tempo de produção, eles iam socar anime porque eles tinham tipo assim o recurso para poder fazer isso assim, e tinham gente interessada para tipo assim fazer o fundi do projeto com eles.
Então eu acho, por exemplo, que esse processo do comitê de produção, ele viabilizou tanto anime, mas tanto anime que obviamente vários estúdios é, eles ficaram com os lotes cheios e obviamente não eram para produções longas.
Por quê?
Porque o que eles querem não é fazer um anime que vá durar tipo 100, 100 episódio.
E que dê, por exemplo, o retorno através de audiência, anunciantes, eles querem que aqueles que seja, por exemplo, um sabe 11 curto prazo mesmo, que vai dar dinheiro para eles em um tempo relativamente rápido e que se trouxer prejuízo para eles, que seja pouco prejuízo, porque você vai estar dividindo os riscos, o prejuízo com outras 7 empresas, então você não vai ter, por exemplo, gastado todas, gasto todas as suas cartas ali, numa numa animação específica, você coloca tipo assim, em várias em 6, assim, se 23 derem certo, beleza, as outras 3 fracassaram, OK, aconteceu a bola pra frente, tá?
E repetindo, se repetindo, se repetindo, então esse processo.
Isso acabou fazendo com que muitos, muitos animes pudessem ser viabilizados, talvez obras que antes elas não fossem possível ter anime, porque assim, quem recebia anime antigamente era realmente ou você era, por exemplo, 11 obra muito boa que já era uma obra de sucesso, tipo assim, naturalmente ouviam em você um potencial muito grande de ser um sucesso.
Hoje muitas obras assim é, é basicamente um tiro no escuro.
Você vende, sei lá, tipo, 30000 volumes de 30000 volumes de mangá, 20000 volumes de mangá, mas a gente acredita, sei lá, que você tem uma chance de de fazer alguma coisa aqui.
Vamos fazer esse anime, tentar alavancar suas vendas, estamos aqui com esse que muita de produção que também vai vai trabalhar nessas áreas, vai desenvolver tipo assim, é merchans nessa área de CDSDVDS, é, é peça teatral, seja lá o que for data, o que seja pantufa, cachapon o que seja.
Então hoje em dia é muito mais fácil, a viabilidade é muito maior e aí a gente entra muito nesse processo, que para mim vai ser outro.
A gente sai um pouco do tema com muita desprodução que a gente estava falando durante esses últimos minutos.
EE agora a gente vai para esse momento da indústria em que temos muitos animes por ano, o que vamos?
Fazer a partir de agora?
Uma coisa importante que o Guaraná falou, e é bom deixar bem claro pro pra pro ouvinte, né, é que quando ele fala slot, ele está se referindo ao espaço da programação.
Porque bom, está começando a se produzir um Monte de obras e o não vai se multiplicar os canais, né?
Televisão, né?
Já deixando 11 gancho em todo.
Em toda essa informação que o Cris trouxe, né?
A necessidade de Oo anime a gente já vê como a gente acompanha anime há muito tempo.
A gente vê isso acontecendo há bastante tempo, né?
Certeza.
AA indústria de anime.
Ela vem cada vez mais chegando ao mainstreaming e a tendência é, conforme os anos forem passando, vai chegar mais ainda a ponto de tipo é, eu não digo assim, a.
Ah, nossos pais vão saber, mas os novos pais que serão serão a nossa geração saberem o que é anime, porque a gente acompanha desde sempre.
Certeza.
Então, a tendência é que cada vez mais tenha mais animes, porque o anime já virou algo mainstream.
E não só isso.
A gente está tendo uma globalização de conteúdo muito grande, com streams como Netflix, HBOEE.
Ah, mas foi coisa do tipo.
I neve.
Aí vai.
Quando eles vão produzir algum, algum tipo de conteúdo, eles tendem a produzir com foco para que o mundo inteiro tenha a possibilidade de assistir.
Então, ou seja, dublando, ou seja, legendando para todas as línguas das quais eles julgam ser importantes e abrangentes o suficiente, que vão trazer lucro, né?
No final das contas, então, a tendência é que todo ano que passe tenha mais anime do que o ano passado.
Pode ser que uns animes um pouco mais, uns animes um pouco menos, mas sempre vai ter uma quantidade muito grande de anime a.
A gente estava comentando dos anos 90.
Se a gente for parar para ver.
Existiam temporadas que animes lançavam 56 animes novos por temporada.
Eu?
Falei, pô, é só você fazer isso?
A cada 3 meses, 5 animes novos.
Hoje em dia a gente tem 304050 animes novos por temporada.
É é tipo a gente quase que 10 vezes mais do que fazia há 20 anos atrás, sabe?
Então tem todo esse processo que foi acontecendo conforme o tempo foi passando pra gente chegar no dia de hoje.
Onde a gente está tendo uma enxurrada de anime e, consequentemente a gente precisa diluir isso que era voltando no que aquilo que o Cris estava falando vai ocupando os seus slots, né, é?
Legal, Oo isso que o Valente está falando para os nossos ouvintes e eu acho que o importante para eles, até nessa frase, é eles guardarem essa informação de streaming ETV que a gente comenta.
Daqui a pouquinho eu comento um pouco mais sobre isso, mas eu também acho que a gente aqui, bom, a gente exemplificar, né?
Porque a gente já falou bastante de comitê, de produção, essas tipo de coisa.
Mas o que é essa mudança, né, que a gente a gente traz no tema principal, né?
Na, na, no.
Ou no conceito principal, o que é essa mudança histórica, né?
Que a gente estava falando desde o início e tal, né?
E aí, né, Cris?
Tu tu está com 2 temporadas aí que exemplificam bem legal, né?
Isso era sobre isso?
É, é.
É sobre essa questão, né?
E aí, tipo assim, a gente apresentar essa, essa mudança, esse processo histórico que a gente tá falando pra gente voltar nesses temas que pros nossos ouvintes guardarem aí certinho pra vocês pegarem que que a gente tá querendo comentar?
Bom, o conceito dessas séries longas e tal, devido a mudança do da lógica de produção vocês?
Podem, ouvintes, podem até dizer, Ah, mas isso é nos anos 90, no sei lá, nos anos 2000, mas adiante não tem tanto, OK?
Então peguei uma temporada de 2007 para fazer comparação com a última temporada que nós tivemos aqui em 2025, que é a de verão do verão 2005, tá?
Então eu peguei a de verão de 2007, beleza, que a temporada de várias obras bem interessantes aí, tipo bacana, escudei isso que gosta da coronicais era do sukay, mas alguma temporada teve o may Cry, a versão antiga, enfim, não é essa.
Questão aqui a questão é, vamos comparar a quantidade de obras longas que ficaram continuando por muito tempo, ou seja, 50 ou 40 e pouco 46 a mais.
Episódios, tá, em 2007, nós tínhamos Naruto Shippuden, One Piece bleach ging tama de grayman na cateque é o hitman reborn, o detetive Conan she Joe cycono dash knit né knit hayathnogotuku Yu Gi Oh GXI stild.
21.
Como a geração perdão, perdão.
A galera da escola é quente ges.
Agora não, não perdão, perdão, perdão.
Quanto é que você falou com tanto afinco que eu eu vi na obrigação?
Bakugan e recaichi keroro gunso cray shinchan blue Dragon temos aqui deixa eu ver que mais estou só baixando aqui quiraring Revolution, a versão em anime dos miseráveis e leas miseráveis.
Na casa eu nem sabia que existia, cara, você não pode ser.
Sabe?
Pois então, cara.
52 episódios.
Yes, precure five, com 49 episódios.
Esse é bom, esse é bom, esse é bom, viu?
A mais procure é até hoje, tá, gente?
Procure AO you.
Say nor walkman né, que é o megaman Star force, né?
Aí tem algumas aqui é instituições tipo SAS aissan, né?
Que sai até hoje tem o gug game que tarou de 2007, com 100 episódios.
Você chegou a citar Pokémon?
Porque o meio óbvio que Pokémon também deve estar, né?
É uma instituição, né Pokémon?
Mas aqui tem mais que interessante, tem o onegai my Melody cara, que é a terceira temporada do anime do my Melody, com 52 episódios.
Com todo o respeito, um dos meus animes longos favoritos de todos os.
Tempos muito bom.
É muito bom.
É muito bom.
Sério, o negama Melody é muito bem feitinho, velho.
Bizarro, tá?
Mas é muito bem feitinho.
Acredito, Eu Acredito, Eu Acredito, Eu Acredito.
Nos animes da Sony, é o melhor o.
Segundo, é o negy City, né?
Nossa senhora.
Espera aí, pô.
Espera aí, pô.
Espera.
Aí tinha que ser.
Cris continua, Cris, não, não, não, não, não continua.
Beleza, beleza, beleza.
Bora lá.
Agora vamos para 2025, verão 2025, esse ano, One Piece, detetive Conan, creyon, chinchan e as instituições japonesas, tipo sasai são é isso?
Ah, tem 11 chamado princession orquestra, que está saindo ainda que a gente desde abriu, né?
E é isso.
Realmente é quase é quase nada, né?
E.
Agora o que, amor?
Eles vamos continuar saindo é é que é que tem alguns outros que são alguns animentos infantis, né?
Tipo é que vão estar sempre aí, né?
É cardiffight Vanguard, né?
Eu citei.
Meios que estavam por fora.
É, por exemplo, esse ano teve um anime de 47 episódios de procurem, né?
Ano passado também teve.
Por isso que eu falei, é, é uma exceção.
Procurem, é uma exceção.
Cara, tem muito animeda aqui de bichinho chibi, sacou?
Que vende bonequinho e chaveiro.
Tem o remix no aipuri, que é um também, mas outro anime de infantil de mahojojo e o kime toyle precure, mas daí gente compara com 2007.
Né, muito mais coisa mesmo é chegar a ser bizarro, né?
Mas eu acho que assim que além dessa desse motivo e.
Os técnicos que a gente citou, né, e comerciais, eu acho que também tem uma coisa muito social, né?
Ligada nisso, porque é muita gente fala da geração TikTok, né?
Porque as pessoas querem coisas de uma.
Mais rápidas.
E aí se a gente pegar uma obra, sei lá, 2 obras do mesmo gênero, né, que como mesmo temática, como o krok no basquete e slandan que aí que você tem quase 20 anos de diferença, você não 20 anos, não acho que não fica a 20 anos, você é menos de 10 anos, 12 anos.
Você vai ter aí uma diferença narrativa e de pacing muito, muito grande, né?
Enquanto você lá em slandan que você tinha uma paciência para você ver 30 episódios por anamite começar a jogar basquete de fato, que é acho que é 30 episódio 3536, que é quando?
Tem realmente o primeiro jogo mesmo em slandank, no kroco, no basquete, no primeiro episódio, e o kroco já está jogando lá.
Então você tem assim uma diferença até de narrativa assim da das histórias que facilitam esses encaixes em em formatos menores, né?
O próprio slandan que eu estou citando, muito dificilmente ele conseguiria se adaptado num formato, sei lá, de 12 episódios e 12 episódios, impossível de 24.
Muita coisa daí do desenvolvimento de personagens do dia a dia, dos personagens ali e tudo mais que realmente não dá.
Como eu disse o original, ali tu demora 30 episódios.
Pra fazer isso, então eu acho que muito vai assim.
Eu tenho um exemplo, mas tem várias outras obras aí que você é facilmente faz a regrinha de 3, né?
Você vê o primeiro episódio aí fala assim, OK, não é um desastre, vou ver o segundo e o terceiro, mas tem muita gente assim que hoje no primeiro episódio é a tropa, né?
Eu tento fazer a regra de 3 assim, anão ser que seja uma temática muito distante do que eu gosto, eu tento fazer a regra de 3, a regra de 3.
Nos anos 90 ela não funcionava também, porque em 30 episódios você não pega.
Era a regra de 10.
Tem que assistir uns 10, pelo menos.
Mas eu vou falar eu.
Eu concordo muito do que você está falando.
No Lucas, porque é nessa pira de começar AA construir Gun ply coisa e tal.
Eu falei assim, pô, eu quero conhecer mais ganda e fui lá assistir o ganda de 79, né?
Pô, cara, eu vou te falar, por incrível que pareça, é um é um ótimo anime, só que obviamente ele sofre com o tempo, né?
Eu fui começar a me interessar de verdade, de tipo, pô, quero ver mais um episódio por lá, para o episódio 1011, o que hoje em dia 1011 é uma temporada, sim, sim, é uma coisa que a gente vê que conforme o tempo foi.
Passando foi mudando o jeito com que as pessoas consomem esse tipo de mídia, né?
Eu IA comentar um detalhe sobre isso que o Lucas disse mesmo, porque se para para analisar é quais são os alguma alguns tiques, algumas características que o anime, né?
Que OA instituição animação japonesa, instituição anime, ela ficou conhecida mundialmente, né?
Quando acontece uma paródia, por exemplo, geralmente brinca com alguns detalhes que eram super comuns e hoje não são.
E eu acho que tem a ver com essa mudança de lógica que o Lucas disse, aí você deve estar pensando.
Que doideira é essa que o Cristian está dizendo?
É que é o seguinte, imaginem um anime genérico, que daí um personagem chega em casa e aí está rolando uma situação tensa, tipo um debate acalorado, e aí ele senta à mesa e diz assim, agora eu vou resolver isso aqui.
Aí todo mundo pensa, ó, ele vai resolver isso aqui.
Ele disse isso, ó, não, aí ele tira algo da mochila, meu Deus, ele vai puxar aquilo aí, sabe?
Aí 11 zoom no olho da personagem, não, ele vai fazer aquilo.
Então isso é uma coisa bem comum em animes antigos, né?
Porque por que que você está descrevendo o One Piece de hoje em dia?
Não estou entendendo.
Aí que tá cara, sempre foi assim, né?
AA lógica de produção das obras, antigamente elas tinham como o foco de tu render tempo mesmo, cara, tu ficar ali e poder, a partir do material original, tu seguir de acordo com os interesses daqueles que estão adaptando.
E geralmente é só fazer propaganda mesmo pro pro mangá durante x tempo na televisão.
Então esse tipo de coisa acontecia e quando eles não conseguiam segurar mais, fazia filha mesmo.
A gente sabe que era assim.
Hoje em dia isso não acontece tanto, né?
O Dragon Ball sofreu muito com isso também.
Vamos lá, cara, eu acho que tem vários pontos.
Juntos aí que a gente pode trabalhar sobre isso, sobre suas respectivas.
O que que a gente está falando aqui, gente?
É, e eu acho que esse exemplifica, é muito um processo de evolução e de de de diferenciação geracional na perspetiva de anime.
É essa transição de tempo, porque mal ou bem, até o até o final de tudo que a gente for falar aqui, o anime é um produto, né, que se utiliza de processos artísticos derivados de, por exemplo, do cinema para trabalhar um produto comercial, né?
Em certo sentido, certeza.
E aí, cara, o que que eu o que eu acho legal da da de dessas diversas falas aqui que a gente tem que pegar um contexto, um pouquinho de desenvolvimentos.
História que a gente está falando aqui, né, e puxar um pouco de cada um, acabou de comentar para vocês entenderem algumas coisas, o que acontece nessa época aí dos anos 2000, especialmente, a gente tem que ter uma entender uma importância muito grande que a televisão tinha, tá?
É só pra começar vocês entenderem o que que é esse processo geracional de desenvolvimento tecnológico e por aí vai.
Com certeza a televisão era talvez o cargo mais forte que existia dentro do comitê de poluição.
Agora não me me corrija, se eu estiver errado, é por quê?
Porque aonde que você vai distribuir o anime é onde que o ele depende dos horários pra.
Passar tem todo um controle específico de tempo para passar na TVE grade e esse tipo de coisa, que são os slots de encaixe da grade, né?
Que a gente entende mais nessa terminologia aqui no Brasil.
Então, cara, OATV tinha um grande papel de de exponencial, né?
No comitê de produção para encomendar esses animes, porque ela também precisava de horários para para para serem apresentados, tanto que depois são formados até blocos específicos.
Uma vitamina ficou muito famoso com com essa estruturação, né?
Com certeza, sim, sim.
Então a gente tem todo esse.
Essa essa construção específica vindo do que era 11 modelo desses animes em longo prazo de construção, eles são animes que eles razoavelmente eles são muito bem quistos para a televisão.
Por quê?
Porque você já tem um produto que é estruturado no longo prazo de desenvolvimento, que já vai ter uma base de fã já construída.
Então quer dizer, provavelmente seu pico de audiência vai ser sempre a partir de um momento ele vai ser estável ou num longo período de tempo, o que para TV de vez em quando é melhor do que você ter vários Picos diferentes de audiência.
Uma curiosidade muito legal é que inclusive esses animes, que são muito Fortes e eram muito Fortes, né?
E são muito Fortes até hoje.
Alguns deles, no caso, o horário antes deles e depois eram os lotes muito disputados.
Exato, porque?
Porque você carrega.
Você carrega público.
É.
É igual, por exemplo, você vender um slot numa grade.
Do do BBB?
É ou é ou então antes e depois de futebol, por exemplo, ou no Jornal Nacional, sabe, você tem esses encaixes e detalhe, por exemplo, tu vai vender um comercial de passar no One Piece.
Aí vamos lá, a audiência de one pista gigantesca, vender um comercial.
O João pierc é muito bom, então você vende ali mais caro ou um comercial que vai ser uma transição de um anime que vem para para depois de um piercing ou depois de um blitz depois de um Naruto, sabe?
Então tem todos esses encaixes que são muito favoráveis à televisão e isso em certo sentido.
Comercialmente aqui a gente não entrou em produção de anime ainda para vocês entenderem, sim, comercialmente ele é muito favorável para a televisão e para o modelo de negócio que era apresentado, aonde que o anime passava.
E vocês lembrem que o que a gente já comentou aqui era pulverizado, o processo de comitê de produção e muitas vezes a parte.
AA as as empresas que eram donas da propriedade intelectual que a gente está falando aqui, em maioria as empresas de games, ou então as empresas de mangás, né?
As grandes editoras não tinham grande participação nisso, então o que que acontecia?
Essas demandas eram muito mais prioritárias para a produção do do anime.
Aí você tem a construção, em certo sentido, desses animes longos.
Também tem uma construção específica.
Agora, falando de produção da estrutura que vinha do Japão desde sempre, que é você talvez ter os estúdios mais estabilizados, você também tem uma dificuldade de manutenção das indústrias, e aí aqui entrando um pouco.
Com mais, numa perspetiva de produção, você tem uma produção longa.
Permite aos trabalhadores ficarem nessa produção e trabalharem por muito tempo dentro de um projeto longo, sabe?
Estudar estrutura, estudar estabilidade em certo sentido, por mais que possa se trocar, obviamente, sair pessoas de equipe, tudo mais e tal.
E ter um detalhe, fator muito importante, fazer esse tipo de produção em certo sentido, a longo prazo, para quem está trabalhando, chega a ser até melhor do que você está, reiniciando toda uma produção a cada 24 episódios, a cada 2 períodos de meses a.
Ali o teu a gente está falando de uma de uma indústria hoje que faz 13 episódios, nós estamos falando de 23 meses de projeto dele, contínuo sendo transmitido.
Claro que o projeto vem antes, se você for fizer algo, alguma coisa bem feita, coisa que a indústria japonesa historicamente não faz, né?
Mas assim, por um grupo de pessoas que estão trabalhando para os animadores, para o pessoal que vai fazer shará design e por aí vai, você já ter material já pré pronto, você já ter todo com o processo construído de um anime longo, de vez em quando é melhor, sabe?
Então aqui nós estamos falando de produção e parte comercial, e aí você vai caminhar o processual futuro.
Puro, que é o que?
Queda de televisão, os horários da televisão, as cada vez são mais escassos, as pessoas assistem cada vez menos TV, muita coisa na internet futuramente entre streaming, então esses slots de encaixe, eles vão sendo modificados, sabe?
Então você vai também se perdendo um processo comercial de construção, para onde que você vai encaixar as obras, esse tipo de coisa?
E aí você também tem, nessa perspetiva, uma diminuição e um enxugamento constante.
O que a gente vê hoje nessa comparação que a gente acabou vendo, 2002, 1007, 2025, a mudança dos players.
Que são os principais Na Na construção desse mercado.
Eles fazem então a saída da TVEA, entrada de outros players que acabam comentando também permite que aconteça essa mudança de processo, de processo de corrida e tal.
Antes de nós entrarmos no streaming, que eu sei que é o próximo passo que a gente vai dar, né?
Com certeza.
Na transição, sim.
Eu queria fazer 11 comentário sobre a televisão, que é importante.
Acredito que seja importante, porque isso tem a ver com AO processo de transformação geracional que que tu citou aí, né?
Que é o seguinte, né?
O Japão ele passa pela.
Segunda Guerra Mundial, né?
Então um período pós guerra é um período de reconstrução.
O primeiro anime, né, 100% anime dentro dos moldes que acabaram sendo a base de tudo que nós conhecemos.
É o Astroboy, né?
Do da equipe do texto k lá que o cara foi um dos primeiros caras, que um dos visionários, né?
Que trabalhou com essa arte aí de forma dedicada.
Antes haviam só obras mais curtas, né, e tentativas experimentais.
Então é interessante que a televisão da popular efetivamente da virada dos anos.
60 por 70, né?
Nos Estados Unidos as televisões já eram populares anos 60.
É interessante que no Japão a população da televisão ela acontece no mesmo tempo que acontece a população da televisão aqui no Brasil, né?
Os animes então longos, eles acabam começando a ter essa sua história que a gente comentou de vender tranqueira, vender brinquedo, então obras é longas, pega o mazinger z, né Oo próprio gandan a ideia do gandan ser uma Era pra Ser uma obra de 50 e poucos episódios acabou tendo 43 porque foi cancelado.
E ele tem uma coisa bem curiosa sobre AA produção, né?
A gente citou o os.
Os comitês que conseguem influenciar até mesmo de forma criativa.
Mas os investidores da época do ganda, eles também tinham 11 poder e criativo gigantesco, né?
Como macrover era a fabricante de brinquedos do mobolsuit ganda 79, os caras eles eram quem fazia a pressão para a construção criação de novos robôs, então eu preciso que vocês façam robô novo pra gente vender brinquedo preciso que me faça um robô novo pra vender brinquedo.
Está na hora de vocês introduzir uma transformação, e aí tanto que no meio da série do ganda introduzem o de armor, né?
Por pressão.
Da fabricante de brinquedos e tal, que é uma coisa bem curiosa, porque aqui no Brasil conseguimos fazer um paralelo com as novelas, Hein.
Não sei se vocês sacam isso.
Ah, esse personagem está mais popular, então agora vai ser o protagonista, né?
Empurra ele aqui e pronto.
Então a televisão ela fica forte, até certo ponto que é a mudança geracional, que o que o Carlos estava citando, né, no momento que ela deixa de ser esse objeto centralizador da da casa, porque era, né, antes era o rádio, depois se tornou a televisão como é, e aí com a mudança da lógica de produção.
São começam se também se repensar a proposta, né?
A lógica do produto anime, porque nos anos 80, ali mais ou menos da metade dos anos 80, isso tem uma invasão de anime nos Estados Unidos, né?
O que a gente chama aí de de uma onda de anime nos Estados Unidos.
E daí percebeu se que esse produto, que até então tinha como o foco o mercado interno, ele também podia ser um produto de exportação.
E aí então nós temos as licenças de animez dos anos 90 explodindo para países europeus, para países Latino americanos.
Né, que daí nós, antes do Brasil, chegava alguma coisa ou outra, mas daí nos anos 90 chegou um Monte de coisa, né?
Um Monte de tranqueira era a gente, com o objetivo de vender brinquedo, também percebeu que dava para escoar a produção para cá, né?
Então olha que interessante a perceção de que nós somos um mercado potencial, mercado consumidor.
Ela se reestrutura no momento que as redes sociais e a internet se tornam centralizadores, muito mais do que a televisão.
E era o ponto que o Carlos estava falando, porque dependia muito do interesse de.
Publicadoras locais, né?
Pra tu trazer brinquedo, pra trazer não sei o que.
Com a internet, as redes não precisa tanto, até porque chega o streaming.
Né?
Eu vou fazer um parêntese aqui, que eu acho que talvez não tenha ficado muito claro com os nossos ouvintes, que é uma coisa que o Guaraná comentou.
Eu acho que o Lucas passou por cima também no início do cast.
No início do cast não, mas como a gente estava falando muito de comitê de produção e tudo mais e tal, aí entrava mais no processo de produção, mais, mais, mais específico de anime, porque entre é o que a gente vai falar agora de streaming apresenta desenvolvimento, mudança da principal plataforma de apresentação dos animes, né?
Que no Japão ainda.
É muito TV, tá gente?
Ainda tem muito carga de TV no Japão, mas a gente, antes de a gente entrar nisso aí, Guaraná pode ter me ajudado.
Existe também uma mudança no projeto de produção dos animes, né, no Japão, e a gente já começa a ver isso da partir da virada da década de 2010, que a gente começa a ver a diminuição desses animes de longo prazo, já se caminhar por um processo de desenvolvimento disso que a gente quer, do que a gente acompanha hoje, né, que é o processo de séries, esse tipo de coisa, né?
Tanto que a gente estava conversando aqui assim e a gente foi falando, olha cara, a gente começa a perceber essas mudanças, então 2.
1009 ainda vem forte, em 2013 tem ali o Hunter, que ainda vem forte, depois blacklover e tal.
E aí, tipo assim, mas cada vez menos, aí a gente vai vendo esses animes de longo prazo até chegar no que a gente apresentou aqui em 2025.
E eu acho interessante que acho que as pessoas tenham noção de uma coisa que o Guaraná comentou lá atrás, que é essa pulverização do comitê de produção e você poder fazer várias obras a partir de 111 mitigação de risco.
Então, cara, o que acontece, essa diminuição de episódios e de grupamento de você poder pulverizar esses processos e você diminuir a.
A quantidade de de de material que você posta por muito tempo numa perspetiva de produção é menos investimento para quem está botando a grana.
Então o que que eu quero?
O que que eu quero falar?
Você mitiga risco em todos esses processos.
Então o que acontece se você fazer um projeto que ele vai durar 6 meses e aqui e aqui falando bem seriamente, principalmente nessa época do Japão, 6 meses de um projeto era bem difícil de acontecer.
Nós estamos falando aqui de uma de uma temporada de anime que vai sair em 3 a 2 entre 2 e 3 meses e 3 episódios, 5 episódios, né?
A gente está falando aqui de tipo assim, tem anime de pré produção.
Produção ali que quase não tem nada ter tipo 4 semanas, 3 semanas, um mês, né?
3 semanas de pré produção, o que é nada.
Cronograma japonês é um negócio maluco, cara.
Maluco, entendeu?
Só que o que acontece, fazer isso é muito mais barato do que você manter um blit rodando, porque o que acontece o blit, ele começa a se tornar muito bem estruturado, conforme ele já passou dos 40 episódios desse tipo de coisa.
Por quê?
Porque você começa a ter modelos já pré prontos, como a gente já falou, sabe?
Então, tipo assim, quando vai rolar a bancai do it, pô, a bancai já está pronta.
Sabia o que foi?
Sucesso no Brasil e usa Bank.
Geralmente você usa multibank mesmo, né?
Que animação assim que vai ser reutilizado durante a série inteira.
Moleque nossos queridíssimos, super 11 nas uner leve moleque fazia isso com uma maestria.
De bom também, né?
Eu eu acho que deve ser trocado do zodíaco, que também tem trocado.
Eles animaram aquela defesa do goleiro lá uma vez só, né?
E usaram elas o anime inteiro.
Sim, sim.
E eles usam o anime inteiro?
Não.
Gente, Oo Digimon, o Digimon de ventre é sacanagem a quantidade de de imagem reutilizada.
Eles um PNG, Mano, os cara está vendo aqui?
É legal você ser sintático isso, né?
Porque cara, com tudo isso é, é, é bom sintático o negócio dos 1325 episódios, porque acaba que a gente já vai começando a entrar nos motivos do por que que as coisas foram tipo mudando.
E um dos motivos é quando você coloca tipo assim, Ah, muitos animes, uma competição assim, meio tipo assim, intensa mesmo entre vários animes por ano, para saber quem vai vender.
Você tem um público querendo ou não, que é ali, pelo menos no Japão, daqui a pouco a gente entra no mercado global agora falando de mercados internos, de mercado local, é, você tem um público.
Querendo ou não é, é grande, mas é uma competição para você tentar atrair público.
E chegamos num ponto, por exemplo, que começa a pensar, cara, eu vou fazer 100 episódios e se só 40 deles fizerem sucesso e eu vou ter que produzir +60 ainda, o que diabos eu vou fazer da minha vida?
E isso aí foi algo que chegou tipo na mente deles, porque você está compete do ano inteiro com animes de 13 e 25 episódios, que tem um pacing muito rápido.
Eles conseguem atrair alguém, atrair essa nova geração ou uma geração já da numa geração passada até já já consegui atrair uma geração passada e a geração atual muito mais rápido, porque tem um ritmo.
O mais frenético a história, tipo assim, vai se desenvolvendo muito rápido, porque às vezes eles já estão pensando que aqui, pô, só quero fazer um negócio de uma temporada mesmo, então eu vou acelerar o que der, eu vou trazer 11 história, o máximo de informação possível, não importando se se a estrutura vai ficar ruim ou algo assim.
É, eu quero atrair o eu quero atrair um público que gosta dessa história rápida, mesmo, frenética, o tempo inteiro e o cara que está ali com anime de 100 episódios, ele vai estar tipo assim em em baby steps, e eu não estou falando do anime de tênis, ele está realmente ali em baby steps, no sentido de construir uma coisa por uma coisa, mas será que ele vai conseguir, tipo, fazer com que aqui?
Ele sente tijolos no 41º, ele ainda consiga manter a parede de pé, sabe?
Ele ainda consiga fazer com que, com um negócio forte, já era tipo 11 dos motivos que muita gente apontava, porque, pô, é difícil competir cara com tanto anime saindo.
Como é que você vai tipo, sair de uma luta de boxe, de uma temporada, de uma temporada, e já ir para outra, sabe?
Isso é um negócio que faz muita diferença.
E ainda tem um detalhe principal, Guaraná que a gente aqui no Brasil a gente acaba deixando para lá, mas que no Japão e aqui a gente tem que entender, gente, que é esse período de que a gente está falando aqui pré streaming, existia um mercado em por.
Tantíssimo Na Na estrutura do anime, que era o mercado de venda de Blu Ray, com certeza.
Então o que acontece é você ter na época também a diminuição desses, desses desses números de episódios de você fazer por temporadas, facilita para você vender Blu Ray.
Então o que acontece?
Os mercados vão se vão se alinhando ali, o processual, e as demandas comerciais vão vão vão imperando nesse processo, entende?
Por mais que o que eu falei Na Na questão de produção, se a gente for parar pra pensar, possivelmente por mais que as produções de você fazer uma produção mais curta.
Puta numa num pensamento estrutural, você tendo uma boa pré produção, seja mais interessante, sabe você fazer um Kinect no eyber, por exemplo, que o pessoal fala que tem 11 pré produção longa, que tem uns processuais da o futale lá que funcionam razoavelmente, de vez em quando os problemas ali, né?
Quando os teores fizeram uma exibição de 4 episódios seguidos, tipo num, num teatro, uma parada assim, eles já tinham pelo menos 4.
Episódios prontos?
Então, aí quando a gente fala desse de de processos assim, pô, beleza, você enxugar AAA produção, você diminuir e você dar um tempo maior de pré produção.
São que não é não é uma produção constante e tudo mais e tal.
Pessoa que está trabalhando na obra faz muito sentido.
Só que na verdade, a gente está falando na verdade de processuais comerciais e diminuição de custo.
Então, se a gente for falar de daqui, a gente vê um sucateamento geral da da produção de de anime para para quem trabalha no sistema, sabe?
Assistam o chirobanco família, assistam o chirobanco vai ajudar vocês, eu juro.
Porque assim, cara, para pra pensar.
É projeto de carreira.
Você entra num blit, você entra no Naruto, Mano, se você não sair de lá, você tem 1000 episódios para trabalhar.
É um trabalho em.
Cessante desgraçante, é, mas tudo tá garantido, sabe?
Enquanto que você vai trabalhar de de projeto em projeto, você vai entrando em projetos em projetos de de 1314 episódios, assim vai, se vai se trocando, vai se rodando e tal.
Em certo sentido, talvez para estúdios menores que não sejam a toey, que não seja uma pierru que é um estúdio grande, já uma ou uma ação Rise.
Você fazer esses processos também ajuda, porque você está cada vez entrando mais dinheiro, entrando mais projeto, então você consegue rodar, você vai sucateando os os processos, mas está entrando dinheiro e aí tem toda essa mudança na estrutura.
Que a gente viu?
Tem tem um detalhe da da fala do do Guaraná.
Eu sei que estamos falando de anime especificamente, mas isso se aplica mangá também, tá?
O que ele falou de de construção, né?
De porque se nós pararmos e olharmos em perspetiva, percebemos também que os mangás das grandes editoras, né?
Das grandes revistas, as mais badaladas aí, eles também deram uma enxugada Na Na duração, né?
Então é uma coisa que que também acontece, só que no nosso caso, estamos fazendo 11 análise aí de indústrias de animação, né?
Mangá?
Pode ser um outro programa?
Ainda nossa levada assim, já que a gente já falou de vários outros meios.
Eu acho interessante falar do das mídia de streaming, né?
Principalmente aí hoje em dia, quant row a gente tem a Netflix é Business plus EE, uma cacetada aí de diferentes modelos, alguns que nem tem no Brasil, como o high Dive, né?
Que pega os direitos e não transmite aqui pra gente.
A gente continua tendo que vir pirata, ou melhor dizendo.
Por meios alternativos, eu acho muito importante nos intimis a gente em tentar idealizar, porque como muitas pessoas hoje em dia se acostumaram com esse modelo aí de e não é, não é tão comum, mas de você ter aquele número de episódios pré definidos, né?
Em série, geralmente você já tem os episódios lançados de uma vez só, né?
Então você vai ver 11 vez uma série, tirando algumas uma ou outra, as muitas vezes você vê a série ali saindo os 2 episódios, ou de sair 2 em 2, enfim, sair alguns combos de episódios.
Mas a questão é a questão dos números de episódios.
Você tem aquele.
De número de fechado de 1224 ou séries um pouco maiores ali pro nome, desse mal vivo.
Foram 10 anos, mas foram 10 anos.
Ficou esse número aí, 18 episódios de 1 hora, +18 episódios, 20 episódios.
Então você não tem uma série.
É anual, digamos assim.
E aí, talvez numa tentativa de atrair também essa galera que está acostumada com outros modelos de exibição, você tenta também adequar os animes nesse nesse formato, né?
Então AA Netflix, com certeza, quando ela vai publicar suas obras do seu catálogo, ela tenta aproximar o máximo possível do que é aquilo que faz sucesso nela No No máximo de séries.
Tanto é que essa Netflix hoje em dia, muitas vezes eles atrasam um lançamento de alguns animes para poder dublar, porque a continua também já anunciou isso que a Thais.
Taxa de retenção e de atratividade das séries quando estão dubladas é muito maior.
Então, assim, o streaming, ele consegue de um lado, possibilitar uma coisa que a gente não tinha talvez ali nos anos 90 anos 2000, que é a continuidade de séries que não fazem aquele sucesso estrondoso, como no nas vendas de Blu Ray e tudo mais no Japão.
Mas ao mesmo tempo, ela para ter esse catálogo sempre bem recheado de série, né?
Rotativo é muito mais legal você ter sempre.
20 animes, 30 animes diferentes a cada 3 meses do que você manter, do que você ter 15 EE manter 15, porque o público muda.
Então às vezes você faz 30 animes, lança 30 animes.
Ali o público fala, pô, não, não gostei de nenhum desses 30 ou sei lá, gostei de 5.
Então eu vou ter uma nova tentativa de atrair uma galera daqui a 3 meses.
Se eu mantenho, eu perco.
É só isso, né?
Lucas, existe toda todo mundo que a gente vive hoje, que é o mundo da trending, né?
Então, se algum tipo de assunto está fazendo certo.
Acesso a tendência é que isso produza conteúdo daquilo e seja EOE.
Esse tipo de conteúdo seja mais procurado pelo público, né?
É, a gente vê AOA.
Ascensão do do ICKE, por exemplo, a ascensão do dorama, dos hebtons.
Como solo leve, ele tem outras obras, tem o tem, vai, o vai ter o do homem ciente.
Header agora também teve.
No caso de the God hascool um pouco mais atrás.
E também uma coisa que você citou que foi bastante interessante que os streamings eles têm, eles fazem, né?
Eles têm o costume de.
E de soltar diversos episódios, se não a série inteira de uma vez só.
Tudo começando, né?
Com a Netflix.
E hoje em dia os animes até isso estão estão tentando entender e implementar na indústria do anime.
Obviamente que eles não lançam o anime inteiro de uma vez só, mas está se tornando algo comum alguns animes soltarem 34 episódios de uma vez só para ver qual que foi OA receção do público ou para conseguir desenvolver a história de uma vez só?
Porque a pessoa vê, pô, é uma obra nova.
A van já tem 3 episódios, eu vou ver os 3 de uma vez.
E aí de repente, você consegue colocar nesses 3 primeiros episódios algo que não seja tão interessante para para você conseguir desenvolver nesses 3 episódios.
Até isso, o streaming ele tem de impacto Na Na indústria do anime, né?
E aí tem você falou sobre a questão das trendings.
E é muito interessante também a gente pensar que, sei lá, a gente falou da geração TikTok não, mas não só TikTok, né?
Twitter, né?
Ou x, né?
O próprio Instagram, os vídeos dos storks ali do do do YouTube ou.
Os próprios vídeos completos do YouTube, que a gente acaba hoje tendo um costume muitas vezes, pô, você está ali, sei lá, no na fila do ônibus, né?
Ou dentro do ônibus, ou dando uma barrigada em casa, sei lá, na hora do almoço, do trabalho, você dá aquela escrolada ali no, no rios, e aí você vê uma cena de um anime e aí você fala, pô, interessante, vou ver.
Isso é algo que você não tinha, é anteriormente.
E aí você tem mais chances de conseguir acertar uma obra que vai ter esse impacto de esse chamariz.
Se você tiver várias obras, né?
Então, às vezes você vai lançar uma obra.
Parcela de 100 episódios, mas pô, é a mesma história, cara, é mesmo, então são as mesmas personagens e talvez aqueles personagens daquele mundo não tem algo atrativo para tu fazer aquele cat, né?
Fazer aquela daquela pegada na pessoa no vídeo, ali de segundos, durante 40 segundos, um minuto, no short, no, no, no TikTok, ali, tudo mais.
Então assim, a geração, claro que é, eu acho que a galera que vê ali mais frequentemente não é tão pegada por isso.
Mas assim, quando você fala de atrair público novo, você ter essa rotatividade é é muito interessante e só mais um ponto.
Só pra eu, eu não vamos esquecer hoje em dia, pela globalização ali do do streaming e pelas redes sociais, hoje a gente acaba tendo e a gente é feliz por isso, uma resposta de em produção muito boa dos animes, né?
Do do, do dos da produção dos animes.
Então hoje em dia você um anime faz sucesso.
Muito provavelmente ele vai ter uma continuação com aquele aninho que faz sucesso com a no ocidente ali, porque sei lá, um aninho que faz sucesso no Brasil hoje em dia, muito provavelmente ele faz sucesso nos Estados Unidos e muito provavelmente eles também está fazendo sucesso na Europa.
Questão de sociedade, tudo mais.
Nos anos 90, 2000, ainda havia muito naquela questão de pô, ter um anime que faz muito sucesso no Brasil, mas o resto da América do sul não está nem aí, resto do Japão está nem aí.
Então você tinha muita dificuldade às vezes de seguir o que está tendo sucesso no mundo, porque você tem.
Quando você falou Na Na TV, você é obrigado a ver o que tinha na TV.
Então, assim, se a Globo comprou os direitos de de modo de venture um, você só vai ver de verão de venture um e acabou se OSBT, tá passando Naruto?
Só você só vai ver Naruto.
Isso é uma coisa que é bem interessante.
Né, eu, como geógrafo, eu consigo ver claramente na tua descrição as características da da globalização no geral, né?
Então eu vou dar uns exemplos bem curiosos aqui para vocês, não quero dar uma aula, né, mas mas alguns conceitos bem básicos aí um é o é o conceito de soft Power e Hardy Power, que vem diretamente da geopolítica, né, que é o estudo das relações de poder entre os estados, entre as nações.
O que significa isso, né?
O Hardy Power, essencialmente, é a influência que um estado com e maiúsculo, né, um país tem sobre o outro.
Geralmente é um que estão à medida, como tecnologia militar.
Quanto de gente vive nesse território?
A economia desse país, sacou?
E o soft Power, por outro lado, é o quanto um estado pode influenciar a mente de outro, pode influenciar, seja diretamente ou indiretamente, o comportamento e até mesmo os interesses das pessoas.
É quando você está jogando civilization e aí você decide se você quer ganhar o jogo por dominação ou por cultura, é?
É tipo isso, é tipo isso.
Então o soft Power assim é quando vocês vão.
No shopping.
E aí está um calor do inferno de 40 e poucos graus lá de fora e tem um Monte de rena, neve e Pinheiro.
Está entendendo?
No, na, nas coisas de Natal, porque vocês estão sendo influenciados, estão engolindo a cultura diretamente dos Estados Unidos.
Sacou então o Japão dos anos 2, metade dos anos 2000 para cá, assim, com a essa, essa crescimento da influência das redes sociais e sobretudo da derrotada, assim o crescimento absoluto dos streamings com a.
Partido do Netflix começou se uma nova fase, pelo menos na minha perceção de soft Power.
A partir do Japão existe uma quantidade de obras que como Oo.
Lucas comentou que se fizesse sucesso no Brasil, jamais viria um sol, uma sequência, né?
E hoje em dia isso é possível porque nós somos consumidores que somos vistos, né, somos vistos, somos observados e muito a ver também com um negocinho chamado homogeneização da do consumo, né?
Uma característica ruim da.
Globalização é que todos os territórios começam a consumir igual por influência de algum estado muito poderoso, no caso aqui, quando se trata de alimento, está sofrendo a influência do que da terceira maior economia do mundo.
Terceira, quarta maior economia perdeu pra Alemanha, né?
O ano passado, quarta maior economia do mundo, que é o Japão aí né, com sua cultura entrando na mente, nos corações das pessoas.
Então quando tu vê uma criança, sabe, de 7 anos com mochila do Naruto, cara, tu sabe, o Japão já está vencendo, né?
Culturalmente, porque está nos alcançando como essa criança está se.
Assistindo Naruto, se poxa, não passa mais nessa TV, porque não importa, porque agora todos os meios que estamos aí na internet, de forma oficial, conseguem permitir que essa criança aí, com o celular, consiga acessar esse conteúdo.
Então, uma massificação de consumo, né?
E aí a gente vem com as segunda, eu trouxe 2 conceitos, né?
O soft Power EEA homogeneização do consumo e aí eu trago 11.
Terceiro ponto, que é uma notícia que o Netflix saiu no Hollywood Reporter e que é o seguinte, Netflix anunciou em julho, agora desse.
Esse ano que 50% dos seus assinantes do mundo inteiro consumem anime assistem anime.
Isso quer dizer que é basicamente 150000000 de casas, 150000000 de lares.
Consomem anime é um dado muito poderoso, né, velho?
AA indústria eu não gosto de dizer que algo é pequeno, mas eu às vezes eu tenho a impressão de que a indústria do anime é pequena pro pro tamanho dos números que ela alcança, sabia?
Pode ser.
Eu tenho muito essa impressão, eu tenho muito essa impressão, às vezes de que tipo assim, todo tudo o que acontece, às vezes porque vários estúdios estão localizados numa mesma parte de toque e tal.
Tal, eu acho muito louco como é algo tão às às vezes assim, uma produção pode ser algo tão pequeno, mas que vai, principalmente agora nesse caso do streaming, né, atinge tanta gente.
Eu eu gosto sempre de falar, cara, que ó uma vez lá, muito atrás, não sei se o Carlos e o Valente vão lembrar, porque eu acho que a gente estava nesse episódio, mas ele teve um episódio do katum que eu participei, em que eu falei que eu sou realmente o maior hater do sistema de comida de produção, sabe, eu não gosto hoje em dia, Eu Acredito que, cara, o toda a situação do streaming assim e tal, de mais aulas poderiam ser viabilizadas e serem, tipo assim, continuadas também.
Eu fico muito feliz.
Vez porque hoje em dia a sensação que passa é que eles escutam a gente sabe Oo barulho que a gente faz aqui, ele realmente não não tinha talvez tanto impacto a eu não digo nem 10 às vezes, até, sei lá, 6 anos atrás, né, galera?
Tipo, 7 anos atrás duvidar, né?
Hoje eu a sensação que me passa, cara, é que o impacto que que o streaming tem sabe, tipo assim, no nosso poder de fala, não só do brasileiro, do mexicano, do francês que consome muito anime, do americano, cara, eles escutam muito, tipo assim, o que o ocidente fala, tipo, não é mais algo só do que realmente.
Está preso ali, né?
Mas ô Guaraná, aí vem a questão, né, o que que tem a ver com tudo isso que o Cristian falou, pô, da hora interessante massa com o anime serem mais curtos, né?
O que que tem a ver é que simples, no momento que tu tem obras que são desenvolvidas com gasto menor de produção, com mais segurança de retorno do que e se perder não será 11 grande derrota, né?
Financeira tu torna esse produto muito mais fácil para exportar e quando tu exporta tu garante um aumento considerável do teu público consumidor e.
Então, um brasileiro que quer consumir produtos de, sei lá, Juju dos cissen é um potencial consumidor de produtos que podem, por algum motivo, não vender em um território ou outro, sabe?
Então, o que que acontece é uma expansão absoluta de conteúdo.
E quando eu digo sobre software é que há interesse estatal.
Há interesse de genuíno do Japão.
É pop, né?
OK, pop foi muito disso.
OK, pop foi investimento total estatal da Coreia do Sul, né?
EONME não é diferente.
ONME é investimento também.
Existe uma parcela de interesse estatal, de expansão.
Da influência do que é OA cultura japonesa.
O que são os preceitos japoneses?
O que são AA ética japonesa, né?
Que nós conhecemos já há décadas, porque a gente consome desenhos japoneses, consome anime aos Montes, né?
Eu consigo citar nos últimos, sei lá, 8, 10 anos é aumentos em diversas áreas de mídia aqui no Brasil, onde você vê que Oo Japão tá cada vez mais dentro da nossa, da sua cultura, né?
Por exemplo, mangás que antigamente não.
Não sairiam no Brasil.
Estão começando a sair a quantidade de mangás que está sendo publicado no drasticamente.
O mangá no Brasil é uma das é o quadrinho que é mais consumido, ou seja, ele já passou o quadrinho americano.
Ele carrega a indústria de gibi nas no Brasil, nas costas, o Maga.
É, então ele já passou o quadrinho americano há bastante tempo.
Consequentemente, com a vinda dos streamings ou a quantidade de dublagem nos animes tem aumentado muito e tem aberto acesso para diversas pessoas que.
Não conseguiam assistir legendado.
Consequentemente, a quantidade de filmes de anime que tem vindo para o Brasil tem sido maior a cada ano.
A gente vê isso com.
No cinema, né?
É, recentemente, o próprio demons layer acabou de lançar a tendência é cada vez tendência, cada vez mais.
A gente não tem como voltar atrás mais.
Voltando para o tema do podcast, né?
O que temos menos animes, menos animes longos.
Assim, todos os argumentos que a gente falou hoje são vários motivos, né?
Tem motivos sociais.
Motivos tecnológicos, motivos de comerciais, motivos econômicos, então assim.
Interesse político, né?
Político olha assim a questão da quantidade do de episódios, né propriamente dito.
Tipo, cara, pô, hoje em dia eu quero é investir em mais animes.
Eu quero me expor menos a risco.
Eu quero divulgar mais porque eu quero usar no streaming.
Então eu tenho mais quantidade, então vou gastar mais tempo produzindo várias coisas do que uma coisa só.
Eu quero combinar eu falar com mais gente.
Eu quero engajar pessoas mais rápidas rapidamente.
Então eu quero fazer animes mais curtos porque eu quero engajar.
Era o lucro mais rápido, né?
Quero o lucro mais rápido.
Então assim só é.
É uma série de fatores que foram mudando ao longo dos tempos que combinaram nisso.
Só pra gente finalizar o argumento, a única coisa que eu lamento um pouco.
Pouco é que assim, no geral, tudo isso é muito bom, tá?
Eu acho muito bom.
Eu, eu só acho uma pena que o não se dá mais tempo para animes como a gente falou a no começo e esse a gente falou até um pouco, acho que nós vimos aí não lembro qual episódio que não se dá mais aquele tempo para você ir mastigando o dia a dia dos personagens, né?
Você ir se adaptando e ver o perigo chegando aos poucos.
Hoje em dia você tem que você tem muitos casos, um episódio para convencer o cara e acabou.
Então assim, tem muito anime aí que você que hoje em dia não, simplesmente não sairia porque não funcionaria não.
Daria tempo para ele funcionar?
Até os próprios mangás são produzidos já pensando quando eles vão virar animetros?
Ou pra pensar, eu sou muito louco, né, velho?
Sim, sim, sim, sem mangá é um problema meio Sério de mangá ter virado um pouco mangá e quadrinho no geral americano, especialmente virar, começar a virar storyboard.
Mano, esse é um problema sim, mas assim só pra dar uma amarrada aqui, eu acho bem legal tudo que comentou esse, esse essa deixa do Lucas agora no final foi muito boa, porque uma coisa que isso vale um programa por si só, então uma mudança que a gente também tem que entender.
É que depende que a partir dessa mudança geracional, dessa mudança de demanda, que que a que o público demanda, e entre aspas, né, também é uma demanda passada pelas próprias, é pela própria indústria para o público.
Com a entrada do streaming é que o processo de roteiro mudou e por isso que eu falando que isso é um programa à parte, então essa estrutura histórica que de narrativa que o Lucas está falando, de dar tempo, a construção e tudo mais e tal, isso sofre da demanda de de apresentação das obras.
E como que elas têm que ser apresentadas pra pro público atual, né, com essa geração de TikTok e o Valente comentou com essa geração.
São de de estímulos muito rápidos, né?
Então isso que o Lucas acabou de comentar no final é muito, muito marcante, muito, muito séria, né?
Eu lembro qual foi a obra que eu estava falando, que que eu estava comentando, não sei se foi o capítulo, não sei se foi aqui no MDA que eu brinquei falando, olha, esse primeiro episódio, o primeiro capítulo de mangá nunca IA acontecer, recentemente era um era.
O mangá é um anime mais antigo, ele nunca IA acontecer agora porque ele é inviavelmente, é comercial, tá ligado para estrutura que funciona hoje em dia.
Não foi o Rock Show, não.
Foi foi o Rock Show, primeiro capítulo de Rock Show nunca.
Tem acontecido do jeito que ele, que ele foi feito pelo togaste e agora recentemente.
E aí, cara, eu acho legal comentar que tipo assim, com a entrada do streaming, amarrando todos esses processos que a gente está falando é a morte dos animes de longo prazo, de de construção.
Assim, por vários fatores que a gente já comentou aqui, né, pela necessidade de catálogo que a que uma Netflix tem, pela estruturação, como é que foi feita ao redor do mundo assim, nesses comitês de produção, de mitigação, de de de custos desse tipo de coisa, na verdade, até de vez em quando, nem somente mitigação de custos, né?
Mas você você injetar mais dinheiro num projeto menor de vez em quando.
Né?
Então o dinheiro que você já estaria todo no projeto de 50 episódios projetam numa pegada de 24 e entrega um demons layer, né?
De produção, esse tipo de coisa entrega um jujutiscaicen, que é uma produção mais rica assim e tal.
Por mais que tenha seus problemas, né?
Sei lá, você entrega um.
Pô faz 4 animes de 12.
É, entende?
Você, você entrega um anime, você entrega um soma do esquerdo agora que está com uma animação absurda pro pro projeto que é, entende?
E aí?
Você faz 4 animes de 12 e 1 desses 4 animes de 12 é só pra fazer menina de biquíni e vender boneco.
É.
É EEE assim, cara, e esse projeto que o que o que o Cris estava falando e que o Guaraná está?
E o Guaraná comentou que parece que a indústria de anime é muito pequena, mas na verdade a indústria de anime, como o Cris comentou, uma indústria do Japão para sair pra fora hoje em dia, né?
Porque se a gente for perceber o anime, ele é aponta de contar tudo dessa parte.
Mas o que o governo japonês tem feito hoje para bloquear a pirataria de de mangá, desenvolvimento de vendas, de licenciamento de gancho a pão para o resto do mundo e por aí vai, cara, é uma indústria que se completa, que faz o círculo completo para para se vender hoje em dia, né?
E nesse barco a gente vê outros países.
Vezes vindo nessa indústria também, como a China, que a gente comentou no início que é outro podcast que a gente pode fazer.
Então é um processo de de de morte desses animes longos, né?
Que a gente estava comentando que a gente fez.
Quando a gente senta, saudade de de saber que tem o nosso animezinho da semana pra pra assistir ali, né?
Por um projeto estrutural da não só da indústria japonesa, né, mas como no ambiente global, né?
Até porque, tipo, a partir do momento que você vai receber uma demanda de uma Netflix, uma Netflix para uma Amazon adentrar num num projeto desse e de vez em quando eles adentram nesse projeto só sendo distribuidora, tá gente?
Não entendo muito, muito.
Isso não tipo Dan Dan Dan.
Netflix é só distribuidora, vários animes da Amazon hoje em dia a Amazon voltou para anime, né?
É, ela é distribuidora só ela não tem participação direta em comitê de produção, de estruturação, investimento de dinheiro.
Não, ela só é a distribuidora do processo e aí, mas pra.
Para estar dentro desse catálogo, você tem que seguir os processuais deles.
E aí esse desenvolvimento de séries, de de episódios, de número marcado e tudo mais e tal, até para a averiguação de dados, para você ter o feedback rápido, como se tem hoje em dia, é mais importante que seja em menor tempo e menor episódios para você ter uma noção de what time esse tipo de coisa, porque foi o que a gente falou, cara, você vai fazer uma construção e aí você estoura 11 anime no episódio 30, o what time dos outros episódios estão tudo para trás, sabe?
Então tem como uma construção que se que se perde aí na.
Da partir da da desenvolvimento do streaming e do streaming sendo um dos principais processos de cadeia, né?
A gente comentou a aniplex Sony tendo a cadeia completa para apresentar esse desenvolvimento, né?
Então os jogos ficaram um pouco mais marcados agora com a diminuição da TVE, com o streaming vindo mais forte assim e com o mercado Internacional ganhando força, né?
É muita.
Mudança, né?
Mas é importante sempre lembrar que ATV ainda é bem forte no Japão, né?
Tanto que até que esqueci de comentar.
Aberturas e encerramentos, elas são uma instituição por.
Por causa da existência da TV, do modelo TV, né?
Para indicar o começo e fim de horários e tal.
Isso é bem curioso e ainda se mantém, né?
É uma vaca sagrada aí.
Do de anime e tal.
Ah, e um mercado muito forte para deixar é fonográfica, né, velho?
Porque só velho liga só toca no Brasil e o Jair Band de japonês só toca no Brasil no anime of France.
Porque que você gosta por causa disso?
OOO, reding só faz turnê mundial por causa de animetro, por causa de filme.
É uma coisa de encaixe.
Exatamente esse negócio de obras se darem o seu devido que de forma sucinta, né?
Mas é que o modelo de de produção mesmo e geracional.
Na aula, a perceção da geração em relação às obras mudou, né?
Totalmente, eu acho impossível, por exemplo, um quinta ama novo parecer do jeito que que foi, sabe que a história se desenvolveu por cento e poucos episódios até nós vermos um verdadeiro arco de desenvolvimento grande onde tudo se encaixa, sabe?
Mas isso é outro programa, né?
Curiosamente, deixou de ser longa produção no final, inclusive, mas isso é assunto para outra coisa.
Até coloquei aqui a ideia, ó, por que que hoje os mangás tem tanta pressa?
Ah, e o be there what lá o Michael Jordan?
Eu só queria tipo concluir falando que tudo isso, tipo o Lucas, ele foi uma situação muito importante, porque eu lembro muito o negócio que eu falei lá no começo, a gente pode dar tipo n motivos e talvez nenhum deles seja realmente um fato, sabe?
A gente está realmente sabe, fazendo várias teorias, coisas assim, Oo que aponta, sabe o que o que dá para entender com todos os acontecimentos é por esses motivos que a gente citou, mas não necessariamente mais uma vez, para todo mundo que está escutando é um fato.
Então para todo mundo que escutou esse episódio quiser deixar tipo um comentário um e-mail alguma coisa do tipo, dando a sua própria teoria, falando o que que você acha, sabe qual foi tipo aonde, que?
Terceiro, sabe essa mudança tão súbita na indústria?
Fique à vontade.
A discussão é sempre aberta e a gente agradece qualquer tipo de feedback.
Valeu, estamos elacubrando Guaraná elacubrando, eu adorei a palavra presente, professor, né velho palavra de hoje, elacubrar é um verbo.
É isso aí, escreve aí no se você ouvir esse podcast até o final, escreve aí nos comentários essa palavra maravilhosa que o nosso querido Cris comentou aí, tá?
Repete, repete a palavra elacubrar na era pro Carlos, pra ver se ele estava assim.
Ele.
Ele falou essa palavra aí, tá essa palavra?
É só a palavra aí, pô, elou cobrar porra, muito bonito.
Tem um professor, tem um professor na casa, é muito bom, tá vendo?
Ele é Oo vocabulário da pessoa, é muito extenso.
O léxico, olha só, mais um palavrão difícil e.
Então, então, então a conclusão do podcast de hoje é que a indústria ficou uma merda e os animentos novos são tudo um lixo, é isso mesmo, pessoa?
É isso, não ninguém falou.
Isso não fazem mais Nura?
Se não fazem mais Nura, então ela só ficou melhor, né?
Falta um príncipe trending, né, velho?
Falta um Prince of tênis, né, família?
Falta um Prince of tênis pra indústria.
Irmão, cala a boca, cala a boca.
Guaraná meu Deus.
Já saiu podcast de filha, falta episódio do Goku e do pico tirando carteira de motorista?
É isso que está faltando na indústria do anime?
Carteira possa vacilo, cara.
Ó gente, killing 11 spin home de diante, killer cobre é o Ferreira como protagonista.
Meu Deus, não, pelo amor de Deus.
Ah, saca?
É um battle shoning que é sendo invocado, em vez de ter aqui o é o capeta nesse.
Técnico, enfim.
Precisa voltar o ano e meio da my Melody de novo.
É isso aí confirmado.
Onde mais vale ser anime?
Nossa senhora only my Melody.
Não Mano, pelo amor de Deus, não.
Enfim, ouvintes, se vocês gostaram, se vocês querem fazer seus comentários, se vocês querem dar os seus motivos, se vocês querem dar mais pautas para a gente comentar aqui, mande seus e mails.
E se você quiser contribuir e falar diretamente com a gente, dando ideia de pautas, participando das votações e sabendo mais do sobre os bastidores, seja um apoiador lá em.
Catarse, ponto ME barra MDA, assim como Alex eliger, Bruno Rezende, Carlos petroni, Guilherme Henrique, Guilherme loureis em yamaguti, Lucas Batista, Natan, clima, Yasmin Gonçalves.
Galera, meu muito obrigado.
Até a próxima semana e valeu.
