Episode Transcript
Oi, tudo bem com você?
Meu nome é Paulo charge e seja bem-vinda à dele do guruzinho aqui da praia de guru.
Mais uma pergunta para Dani, do eco, que foi a seguinte, em organizações complexas, como a liderança de produto pode evitar a fragmentação e garantir uma visão unificada da experiência do cliente?
Antes de ouvir o que ela nos respondeu, tá ouvindo?
Pelo Spotify e podcast, clica no botão seguir e deixa suas 5 estrelas, isso é mega importante.
As organizações grandes, elas são, por definição, fragmentadas, né?
Elas têm vários canais, várias Bus, várias geografias e várias prioridades.
EE, se ninguém orquestra tudo isso, a experiência do cliente, ela acaba virando uma colcha de retalho, né?
É bonita no slide, mas é caótica na vida real.
E aqui a liderança de produto tem um papel fundamental, né?
Criar.
Uma única definição de cliente uma das primeiras perguntas que a gente precisa fazer é, qual é a definição única de cliente que todos nós vamos usar?
É porque se cada BU cria a sua própria persona, se cada canal desenha a sua própria jornada de forma isolada, se cada um tem o seu próprio NPS, então é na prática, ninguém tá vendo o cliente como ele realmente é.
A gente tá olhando pra parcelas do cliente, é a unidade.
Ela começa pelo básico.
Um entendimento compartilhado de quem servimos e qual dor que a gente está resolvendo.
Um segundo ponto também é importante, que acho que é essencial, é ter um radar integrado da experiência do cliente.
Esse radar ele deveria cruzar e integrar informações como o do app da loja é do WhatsApp, da logística, do backoffice do atendimento.
Quando uma fricção ela aparece, ela não é.
A do canal x ela é uma fricção do cliente, né?
Isso muda completamente a priorização que força a organização a olhar para o cliente, não para sua estrutura interna ou como a gente está organizado com a nossa topologia.
É, teve.
Uma vez que eu fui questionada se a experiência do cliente estava melhor no app, a minha resposta foi de que a gente não deveria olhar a experiência do cliente, apenas avaliando a experiência do app.
É, a gente deveria olhar pra toda a jornada desse cliente com a empresa.
Se o app excepcional é, mas o produto que o cliente precisa é tá fora de estoque, o cliente não vai ficar satisfeito.
Da mesma forma que se o cliente compra um produto e não recebe no prazo, ele também não vai ficar satisfeito.
Se ele recebe um produto mas tá com defeito, também não vai ficar satisfeito.
Então é importante entender esse olhar.
End to Angel, né?
Da relação do cliente com a empresa é o que de verdade vai importar, né?
O que vai fazer com que as organizações entreguem valor para aquele cliente?
E mais, um ponto que eu acho que é super relevante é da gente criar coerência estratégica e tecnológica para poder servir esse cliente dessa forma, né?
A experiência do cliente, ela só só passa a ser unificada quando a gente tem uma estratégia unificada, quando a gente tem objetivos unificados, quando as métricas são são comuns.
E as plataformas também se comunicam, né?
O design system, a arquitetura de plataformas, o modelo é o modelo e os motores, né?
De personalização, as camadas compartilhadas, de compartilhadas, de dados, os fluxos padronizados.
Sem isso, não adianta falar sobre omnicanalidade que o cliente vai sentir que A Entrega é remendada, né?
Então é quando o cliente vira de fato a unidade.
Não o canal, não o budget, não AABUA unificação.
Ela acontece de forma mais natural?
É.
E esse é é, sem dúvida, um dos papéis mais importantes da liderança de produto em organizações complexas.
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Tô artigorus.
Tudo junto, tá bom?
