Episode Transcript
Eu acho que toda mudança tecnológica ela traz um receio nosso, né?
Acho que uns anos atrás, né, quando sempre tem aquele negócio, Ah não, isso daqui vai matar tal coisa, né?
Se o é CEO morreu, a pessoa adora fazer esse negócio, mas a verdade é que não morre, se transforma, né?
A gente tem que transformar aquilo ali.
Eu uso muito e a no meu dia a dia muito pra mais de 10 softwares assim pra muita coisa é e me ajuda muito.
Mas eu acho que ainda não substitui, não substitui as conexões, né?
De neurônios ali que a gente faz, que são muito diferentes, né?
Que também tem esse lado emocional, o lado social que a IA ainda não é, né?
Ainda é um pouco avessa, é.
E tem um outro ponto, né?
Quando a gente pensa em Ah, você já tem uma coisa um pouco mais pasteurizada, porque ela aprende com o que já está na internet.
Então, se ela aprende que já está um que já está na internet, ela vai sempre reproduzir alguns padrões, o ser humano consegue criar coisas novas, né?
Diferentes dos padrões que já existem.
Oi, tudo bem com você?
Meu nome é Paulo chiod e sejam bem vindos à praia de grosso, o podcast que é mais por trás dos outros produtos, mas quem também aborda tecnologia e negócio de peito aberto.
Hoje a gente vai falar sobre plot marketing.
Por quê?
Porque sim.
Eu quero falar sobre isso, então a gente vai falar sobre isso.
Vamos falar com uma das maiores é autoridades No No assunto e que faz muito sucesso no LinkedIn, nos seus posts e ajuda bastante as pessoas que querem fazer essa migração ou iniciar nessa carreira.
Então, Bianca Maia, você está bem bi.
Eu estou bem, muito obrigada.
É uma honra estar aqui.
Quando você me convidou, fiquei até emocionada.
Obrigadão mesmo.
E é isso, galera, esse negócio de autoridade aí vamos que vamos.
A gente aprende junto.
Estou sempre aprendendo com vocês também.
Quais são os principais sinais de maturidade de um time?
É de porte e marketing?
O Bianca pra, no seu entendimento.
No meu entendimento, a maturidade de produto marketing vem junto com a maturidade da empresa e entender bem o que se vende, né?
É a gente.
Passa por momentos ali.
A maior parte, acho que das áreas de de produto marketing, quando começam ali, elas passam por aquele momento de sair do zero.
E o sair do zero é um lado até meio operacional, né?
De fazer planilha de funcionalidade, né?
Junto com o time de produto, entender o que que é cada coisa, o que que significa.
E aí, conforme vai passando o tempo é não só AAAO próprio, PMM, mas a empresa vai.
Criando casca e entendendo bem o que são aqueles produtos e os valores que eles entregam.
E pra quem?
Pra mim, esse já é um momento de uma boa maturidade no cenário nacional.
São poucas as empresas que a gente pode falar que tem esse esse olhar já já entendem bem o que vendem, pra quem vendem e como vendem EEA partir disso você começa a ter 111 cenário de expansão da área.
E aí também, óbvio que em número de pessoas também.
Tem tem um ponto do do do PMM que é o Ghost market, famoso.
GTM é, você falou sobre maturidade da da empresa, enfim, essas coisas.
Muitas empresas tratam o Ghost marketing como checklist, então a gente precisa enviar o push, mandar OE mail, fazer o textinho.
Pro pro blog tudo bem ti, mas o que que pra Bianca Maia?
O que é ou o que você acredita que um GTM de verdade precisa ter para funcionar?
Eu acho que a gente foca muito na tática, marketing, no geral é a gente tem um hábito de focar bastante na tática e um pouco menos no estratégico, e eu acho que esse é um erro nosso.
Que a gente quer fazer campanha, né?
A gente se empolga e vai e esquece lá do comecinho eu falo muito que marketing de produto é kotler revisitado assim, né?
Então eu vou sempre no comecinho o que que eu estou vendendo pra quem que eu estou vendendo, por que que é importante pra empresa vender isso e por que que é importante pra aquela pessoa que eu vendo isso Pra Ela?
Se não tiver essas 4 coisas, seu GTM não vai sair do lugar, você pode fazer a campanha mais bonita e mais criativa do mundo.
Fazer toda a tática bem desenhada, um CRM lindo, tudo bem ali, estrategicamente milimetrado.
Se você não tiver essas 4 coisas, não sai do lugar.
Você falou sobre a parte de vendas, né?
Esse é 111 ponto que eu eu sinto.
Eu não estou na área de PMM, mas eu sinto um certo, uma certa polêmica quando a gente fala de seios e memblets, é.
Ali relacionado a produto e marketing quando você pensa nisso, o que que mudou nos últimos anos é em como as empresas estruturaram essa função dentro de produto e marketing.
Muitas vezes esse produto não quer fazer isso, muitas das vezes o produto não quer.
Falou de venda, ele fala o quê?
Não, nem vixe nem nem chega perto comercial lá, marketing, como que você?
Pensa aí sobre?
Então, Paulo, na minha, na minha construção de carreira, eu dei muita sorte que eu vim de vendas.
Então o meu olhar, ele já veio com o olhar de bater meta, já veio com o olhar de comissão.
Então eu entendo muito o que o time de vendas sente.
Eu falo muito isso pro time de produto.
Eu falo, galera, imagina que o seu salário varia todo mês.
Se você vendeu ou se você não vendeu, você não vai receber a mesma coisa, né?
E acho que isso move bastante ali do da da forma como os vendedores se comportam, né?
E o que eles querem?
E é como a gente entende melhor esse público alvo, digamos assim, seus é nivelmente assim é, vou ser bem honesta, é uma grande bagunça, tem lugares que tem áreas bem estruturadas, tem lugares que está dentro de seus ovos, tem lugares que o próprio, né, gestor de vendas faz isso, tem lugares que é OPMM.
É, eu gosto de trazer para dentro de PMM.
Primeiro, porque é uma coisa que eu já fiz bastante, sei fazer bem.
E acho que o segundo ponto, principalmente quando OPMM está dentro de produto, ele consegue fazer um link muito legal com o comercial.
Né?
A gente tem 111 parceria muito mais forte.
A gente consegue fazer o road map ter muito mais a ver com o que se vende e a gente consegue fazer o vendedor vender exatamente o que se o que se faz ali no road map, né?
Que geralmente tem esse, essa, esses casamento aí.
Então esses são os pontos importantes para mim e para mim.
Na minha opinião, você usar negro mente, tem que estar dentro de PMM, tem que ser junto, por mais que tenha uma pessoa específica para cada coisa.
É, são áreas aí complementares.
Eu vou fazer uma pergunta que eu sempre faço quando eu vou conversar sobre OPM.
E eu acho que ajuda muito as pessoas que estão nos ouvindo e nos assistindo, principalmente a média e a alta liderança, pois é algo que de vez em quando eu me pergunto, mas eu não sou da área de pro de marketing, então é.
Eu tento falar no que eu leio, é e pesquiso e converso.
Mas você?
Bianca Maia, agora vai estruturar uma área de port marketing numa empresa.
Eu sei que, dado o tipo da empresa, é diferente, mas vamos pensar numa empresa, é com um negócio mais Maduro.
Já com algumas décadas é aí.
E aí você vai estruturar esse esse time de prorte marketing.
Qual é o papel e responsabilidade?
Qual que é o escopo, o como que você definiria as vagas ali de de PMM?
Cara, isso é muito legal.
É uma pergunta excelente e é realmente é uma coisa que perguntou bastante para mim também é.
Eu, eu sempre olho para onde dói mais, né?
Na empresa, então na minha empresa eu posso ter um negócio Maduro, já tem algumas décadas, mas tem alguma coisa que está me impedindo de chegar nos meus resultados.
O que que é essa coisa é, eu preciso empacotar melhor o meu produto, a minha precificação, talvez esteja muito diferente dos meus concorrentes.
Eu posso estar perdendo alguma receita com alguma coisa que eu não desenhei direito, né?
Oo meu time não está entendendo como vender da melhor forma, então acho que tudo isso vai moldando.
O que você precisa começar, então?
Por exemplo, uma vez eu trabalhei em uma consultoria que abriu uma área de produto.
Estava assim, do zero, contratou um Monte de gente.
Por onde que a gente começa, né?
A coisa mais simples, sabe?
A maior dificuldade que eles tinham era fazer uma apresentação comercial, e foi ali que a gente começou.
Então começamos ali, aumentou bastante a taxa de conversão de uma reunião para outra.
Aí depois vimos que tinha uma questão de posicionamento do produto, fomos ali desenhar um pouco mais isso.
Então eu sempre gosto de ir onde dói mais.
Acho difícil a gente dar uma fórmula pronta e falar assim, galera, segue esse daqui que vai dar certo, né?
Eu acho que e acho que a.
A receita para o sucesso é ter alguém acompanhando que saiba o que está fazendo.
Então, se você não pode contratar um PMM mesmo, contrate um consultor, né?
Mas tem alguém que saiba do que está fazendo e alguém que esteja muito engajado, né?
Porque a gente pode ter um PMM que sabe muita coisa, mas às vezes ele não está super completo com a ideia da empresa.
É uma coisa que a gente precisa muito.
E às vezes a pessoa também é muito Júnior, mas ela pode, junto com um consultor ali, levar bastante coisa pra frente, porque ela é muito empolgado, então essas coisas tem que andar juntas, na minha opinião.
Você vai lá um negócio e a gente em produto, valeu fazendo o nosso contra eles, não a gente em produto, vocês aí em PM, essas coisas aí de PM fazer Gold marketing, ficar fazendo push aí.
É enquanto essa gente fica panelinha de back e logo aqui do nosso lado.
Oo que que separa um PMM operacional de um PMM líder é de negócio ou estratégico?
Não é experiência, né?
Eu acho que a experiência ajuda, porque com a experiência você consegue saber para onde olhar, você consegue saber onde atuar é dependendo do momento da empresa, você vai ter que ser os 2, né?
Eu fui os 2 por muito tempo, fui os 3, né?
Operacional, tática, estratégica por muito tempo e a diferença assim, quando você vai pra um olhar mais estratégico é OAA importância que você tem pra diretoria é outra, assim é outra visão.
Todos os diretores te consultam, CEOs te consultam, é já é 111 movimento diferente.
O que separa é, eu gosto muito de seguir ali o.
O olhar do pipeline, da liderança, que é um livro muito bom.
Ele tem vários níveis ali, mas pra mim a gente ainda está do nível 2 pro nível 3 ali, que é saindo de um tático estratégico, do do cenário nacional e indo pra um estratégico.
Agora é o estratégico.
Ele tem um olhar sobre o negócio que é muito mais voltado ao resultado e muito menos a tarefa.
Então, pô, eu tenho que fazer alguma coisa?
Tem ali o meu, o meu planejamento só.
Mas se hoje aparecer uma coisa ou eu conversar com o cliente, entender que tem outra coisa que é prioritário, né, você vai levar um olhar diferente.
Sem contar que o estratégico não tem como, ele tem que estar grudado no cliente.
A gente tem visto muito o pmm, indo pra um olhar mais de field marketing também, né?
Se aproximando mais do cliente com em pessoa, né?
Principalmente depois da pandemia.
E eu acho isso excelente, é excelente, incrível.
A gente vê também muitos PMMS fazendo grandes Apresentações dos produtos, né?
É que são isso.
É incrível, isso é muito bom.
A gente tá nesse momento porque realmente é essa ponte que a gente tem que fazer, essa ponte de mercado, cliente, produto, vendas, fazer todas as coisas se conversarem, né?
Bem interessante, porque isso você falando me parece se a gente tirar.
Acerca da PMM, parece que você está falando do PM.
Né?
Fazer com que todas as pessoas se conectem, se conversem.
Tudo num num objetivo, é num objetivo em comum.
E aí tem um ponto, como que a gente porque PMM, você pode falar que eu estou errado, mas PMM, ele precisa muito de dados.
Do produto e do comportamento do usuário no produto, para que possa criar toda a narrativa, todo o conhecimento, toda aquela parte ali e até mesmo ajudar a falar gente, o comportamento não está alinhado à proposta de valor ou a proposta de valor?
Precisa estar espelhando aqui os comportamentos, tal, tal, tal, tal como que.
Como transformar esses dados de produto e comportamento é de clientes em histórias que vendem.
Porque num momento onde tudo é meio que líquido, digamos assim, já diria uns filósofos, parece que aquele aquele que contar melhor uma narrativa e esse estilo de óbito já falava lá no passado que o futuro seria de narrativas.
Conseguem vender melhor, mas como que transforma isso?
Ô, ô, Bia.
Você trouxe assim o principal ponto que eu tenho falado muito para as equipes de de marketing, de produto que falam comigo, que é o seguinte, hoje a gente tem é uma obsessão com dado quantitativo.
Isso é excelente.
Eu acho que a gente tem que ter.
Eu sou engenheiro, adoro essa, adoro planilha, né?
Mas eu acho que a gente acaba esquecendo o quali e é no quali que a gente acha essas respostas.
Que é bem aquela coisa de jobs To Be done mesmo, que que raios pra que que você quer comprar esse produto?
Como que eu te ajudo, sabe?
Pra que que serve, em que dia que que isso melhora no seu dia, sabe?
Então é, é, isso faz total diferença.
Eu gosto sempre de separar quando eu estou fazendo uma análise assim, gosto de sempre se separar entre benefícios funcionais, que é pra aquilo que a pessoa vai usar o produto em benefícios sociais, que é o.
Como que isso ajuda aquela pessoa socialmente, principalmente no b to b isso é bem interessante, é e os benefícios emocionais?
O que que eu vou trazer para o dia daquela pessoa que vai fazer ela se sentir melhor com o meu produto?
E parece desconexo, né?
Você pensa assim, um negócio b to b, como é que eu vou passar 11 coisa emocional, cara, todo mundo já se irritou e já se aliviou com algum sorte, né?
Então.
Eu acho que quando a gente entra nesse detalhe qualitativo dos benefícios e dessas 3 áreas, você consegue contar uma história que tem tudo a ver com aquela pessoa que ressoa com as outras pessoas também, porque tem muita gente que passa pela mesma coisa.
Então é um é um trabalho de reconhecimento mesmo.
Bem parecido com o que o pessoal de mídias sociais faz, sabe?
Assim, o social cérebro.
E o que é interessante, né, é?
Por isso que pmm precisa estar é sempre junto com os times de produto pra poder trazer, né?
Essa visão do do social também, da da proposta de valor, enfim, ali no dia a dia, só que é com o avanço da IA rofia.
Como você enxerga o papel tanto dos Sales?
IPMM nos próximos anos porque algumas dessas tarefas que você mencionou pode ser automatizado por por IA ao falar isso já se tenho medo de vou perder meu emprego?
Não é assim também.
Calma, é.
Mas como que você enxerga o avanço da IA pra esses 2, essas 2 áreas?
Eu acho que toda mudança tecnológica ela traz um receio nosso, né?
Acho que uns anos atrás, né, quando sempre tem aquele negócio, Ah, não, isso daqui vai matar tal coisa, né?
Se vai ser ou morreu.
O pessoal adora fazer esse negócio, mas a verdade é que não morre, se transforma, né?
A gente tem que transformar aquilo ali.
Eu uso muito e a no meu dia a dia muito, pra mais de 10 softwares assim pra muita coisa é e me ajuda muito, mas eu acho que ainda não substitui, não substitui as conexões.
Né?
De neurônios ali que a gente faz, que são muito diferentes, né, que também tem esse lado emocional, o lado social, que a ainda não é, né?
Ainda é um pouco avesso, é.
E tem um outro ponto, né?
Quando a gente pensa em Ah, você já tem uma coisa um pouco mais pasteurizada, porque ela aprende com o que já está na internet.
Então, se ela aprende o que já está, um que já está na internet, ela vai sempre reproduzir alguns padrões.
O ser humano consegue criar coisas novas, né?
Diferentes dos padrões que já existem.
Então eu acho que tem esse Jeneci quai nosso, que dá 11 saborzinho diferente e que as coisas feitas por humanos vão acabar sendo até cada vez mais.
É boutique, por assim dizer.
Eu acho que vai ser uma transformação dessa forma eSIM, muita gente vai perder o emprego, tá?
Eu acho que não, não estamos, é.
Todo mundo tá tá perigando, digamos assim, né?
Quando lançaram, o meu pai era desenhista técnico, quando lançaram o AutoCAD, ele perdeu o emprego dele.
Ele adorava o emprego dele, ele desenhava super bem, é, mas acontece, né?
E hoje ele trabalha com com o que ele mais gosta e eu tô completamente apaixonado no que ele faz.
Então acho que as coisas a gente tem sempre que olhar com um olhar de transformação, muito mais do que um olhar de.
Não vai acabar, vou morrer.
Tem tem 11 ponto que você foi falando e eu acho que Oo mais legal do nosso papo é você trazer esse background de vendas aqui, né?
Você falou, eu iniciei ali.
Eu sei que se não vender tem a comissão, tem, a variável é isso é muito, impacta bastante, né?
Porque não tem como você ter previsibilidade.
Ali então você tem que ter 111.
Acompanhamento é financeiro, é a la Nati, finanças.
Então só pra gente ajudar também quem tá a ouvindo e nos assistindo.
Até mesmo pra essas empresas que tem é, é pequena EEE, ainda não tem esses setores muito bem que.
Fica muito aquela questão de materiais e treinamentos de vendas, né?
É, eu já já trabalhei numa numa numa empresa em que quando a gente fosse, quando a gente IA lançar algo, a gente tinha que atualizar os materiais, atualizar o treinamento.
Até hoje, em muitas empresas é qualquer coisa que a gente vai fazer de produto.
A gente precisa chegar para o protegimento e falar, ó, a gente está subindo tal featur, esse daqui está a documentação atualiza lá na intranet.
É, não precisa de treinamento, mas está aqui as informações, o que que você estando nos 2, vindo de lá do Sertão e estando agora aqui, como como PMMO que que você observa nos melhores materiais de treinamentos, de vendas, que faz um vendedor realmente absorver e usar a mensagem?
Primeiro, o material tem que ser um material consumível por vendas, né?
Pense que o vendedor vai ter aí suas 8910 reuniões por dia, de 1 hora, e ele não vai querer ver um vídeo de 30 minutos.
Então acho que pílulas ou conteúdos que eles usam muito WhatsApp, né?
Geralmente conteúdos que vão ali no WhatsApp, coisa mais simples, mais rápida, ajudam bastante.
É, eu acho que tudo vai dar que as construções, dos materiais, dos materiais de novo, elas têm que ser muito voltadas para o seu público alvo, né?
O que que seu vendedor precisa, o que que tá doendo nele?
Aonde que dá mais dificuldade para ele explicar o produto e fazer coisas nesse sentido, né?
É, acho que tive casos diferentes, mas é, imagino que o vendedor é como se fosse um cliente ali dentro da empresa.
Mas se eu fosse vender para um cliente dentro da empresa, o que que eu venderia?
Como que eu venderia, né?
Porque o vendedor ele tem que, primeira coisa, ele tem que comprar o produto.
Se ele não comprar o produto, ele não consegue vender.
Então é, eu acho que isso aqui ajuda bastante e acho que vou ser bem sincera assim, eu gosto muito da ideia da galera de produtos passar pelo menos um dia ali assistindo reunião de vendas.
É, não precisa ser toda a semana, mas pelo menos uma vez por mês ali.
Assiste umas calls, eu gosto de assistir pelo menos 3 vezes por semana, que aí você vai pegando dúvida, vai entendendo como as pessoas se expressam, né?
Pô, esse cliente tá chamando o meu produto de plataforma e a gente toda hora usa software.
Faz sentido, né?
Será que vai entender o que eu tô falando?
Tem coisas simples assim, que às vezes você muda e faz toda a diferença.
Então os melhores materiais são aqueles que são Taylor made, são feitos ali para aquela situação, sabe?
Ou seja, parem de ser palestrinhas, por favor.
Ou como como que você.
Que conselho você daria?
Ô, para PMMS que estão tentando ganhar espaços em empresas?
É muito orientadas por vendas e engenharia.
É, seja amigo do pessoal de vendas, é isso.
Esse seria o conselho.
Sim, 100%.
É PMM, é muito relacionamento.
Se você não gosta de gente, sai fora porque não vai dar certo.
Você tem que gostar de gente, tem que ter empatia pra caramba, porque às vezes a galera vai, não vai ser assim a pessoa mais simpática do mundo, muito jogo de cintura pra lidar ali com situações que são bem desagradáveis e muita.
E lidar muito bem com cobrança, né?
Às vezes vai vir uma cobrança que você falou não tem nada a ver, então levar isso numa boa também é importante?
É.
Mas acho que vendas, cara, não tem como, você tem que se dar bem, é igual com o produto.
Como que OPM vai se dar mal com o time de produto?
Ele não vai conseguir lançar nada, né?
Então pra mim é 111 profissão aí, 100% em relação.
Tem uma coisa que eu sei qual que vai ser a sua, eu sei qual vai, eu acho.
Não é que eu sei, eu acho.
Eu sei qual vai ser sua resposta, porque eu te acompanho no LinkedIn, eu sei a capa do seu LinkedIn.
Então, essa pergunta é, se você pudesse condensar tudo o que aprendeu em uma frase, qual seria o princípio central de um golton marketing que realmente dá certo?
E uma frase, o básico bem feito funciona muito bem das brincadeiras da parte é, entenda bem para quem você está vendendo, por que você está vendendo, o que você está vendendo e.
Como você ajuda aquela?
Pessoa, você pode construir uma carreira à prova do futuro com APM 3 liderando produtos mais inteligentes e eficientes com OEA.
Acesse o link aqui na descrição, cupom de 10% proit e gurus, tudo junto e vai lá é construir essa carreira e evoluir na carreira de produtos com o assunto que veio para ficar, que é IA.
Aí você dá muita mentoria, né ô?
É o que eu que eu acompanho.
Qual.
Quais são as perguntas mais frequentes que Te Te Te fazem?
EE, qual que é o seu sentimento em relação ao mercado de pmm aqui no Brasil, dado comparado com os outros mercados hoje me parece que a gente pmm ainda é meio muito, muito nichado.
Parece que é.
É muito, sendo que é mega importante ter é numa empresa o papel de PMM?
Eu vou fazer?
É, é, é 2 perguntas em uma, então essa e a segunda é sua vez sua opinião nua e crua do porquê que OPMM não pegou nas empresas.
Tem as perguntas que eu mais escuto estão sempre relacionadas ao fato de que eu tenho a maior parte das mentorias de pmm.
Tem relação de pessoas querendo migrar?
São pessoas que já tem muita experiência e querem migrar para a área de marketing de produto, é geralmente as maiores dúvidas são, AI o que que eu posso aprender, que curso que eu posso fazer, né, como que eu posso me desenvolver?
E às vezes a pessoa já tem tudo.
Eu tinha uma Vitória, até que ela tinha 5 pós graduações.
Eu falei para ela, você tem que parar de estudar, é isso que você tem que parar de fazer.
Né?
É óbvio que cada pessoa vai ter, assim, sua particularidade.
Mas, de maneira geral, pmm precisa muito de conexão.
Então, se você não for atrás de conhecer gente, de aprender, de perguntar, de saber como funcionam as coisas, não vai rolar.
Quando eu entrei na área de pmm, eu conversava com um pmm por semana e anotava tudo que ele me contava da história dele.
Eu só perguntava sobre ele, ou ela vai, no caso.
E aprendi, aprendi, entendia pra depois como que eu podia aplicar aquilo dentro do lugar que eu tava, então foi assim que eu fiz a minha primeiro momento ali, eu acho super importante.
Hoje a gente já tem diversos podcasts, né?
Sobre o assunto, mas deve ficar, não tinha, era tudo Mato.
Então é é importante você se conectar com as pessoas e entender o que que tá, o que que tá dando certo na área, o que que não tá dando certo na área, quais são as oportunidades que tem.
Né?
E entender um pouco melhor o porque que o marketing de produto não pegou, tá?
Eu acho que é uma área complexa de se entender se você não tá bem imerso no dia a dia ali de um desenvolvimento de um produto ou ou de uma estratégia de produto, né?
EE, acaba que geralmente as empresas que olham bastante pra isso são as empresas de software.
As outras empresas que têm, trabalham com coisas um pouquinho diferentes.
Elas já não, não têm tanto essa necessidade de olhar pra isso sempre com tanta, né?
Igual o SAS, por exemplo.
Então tem esse motivo, é, tem muito PMM por aí com outro nome, a pessoa faz exatamente o que OPMM faz e o nome, o nomes de tudo quanto é tipo de nome diferente, os cargos assim, então também tem esses PMMS escondidos aí é?
EEE.
Agora eu tenho visto bastante na automobilística, surgindo algumas vagas.
Nos últimos meses eu tenho visto 11 variedade maior de vagas em níveis diferentes.
Isso está sendo bem interessante também é.
No ano passado foi bem ruim, esse ano está dando 11 melhora.
Aí você você me trouxe ponto.
A gente está já está se caminhando pro pro pro final.
É que eu fico em dúvida também.
Aqui você falou do setor automobilístico, né?
Você acredita que OPMM ele é um papel só de digital ou ele pode ser também para empresas offline também?
Ali que ou né?
Omen Channel já diria pessoal de marketing.
Cara, eu sou 100% a favor.
Eu vindo um minha graduação é é 11, setor completamente específico.
Eu sou engenheiro de materiais especializado em polímero, você só nem sabe o que é polímero, então pra plástico tá fazer até qual é?
Basicamente isso é.
Mas brincadeiras à parte, eu acho que, por exemplo, é uma área que você não consegue criar um polímero novo sem você ter um bom marketing de produto.
Você não consegue vender ele no mercado.
Se você não conseguir trazer toda uma especificação técnica das vantagens e entender muito por trás, então acho que nos outros setores.
A gente tem até uma especialização maior desse de marketing de produtos do que a gente até vem software, tá?
Mas eu particularmente gosto muito do pmm, que sabe tudo sobre o produto que ele tá trabalhando.
Eu tento ser essa pmm.
Então é, tem tem uma certa diferença, mas a gente pode também ser um pouquinho mais próximo do que seria nessas outras áreas.
Sabe, eu vou fazer uma pergunta que eu acho que é a pergunta que os stakeholders fazem quando alguém chega e fala.
Eu preciso de um PM.
É na cabeça de um stakeholder, deve ser quais métricas ele vai me ajudar a melhorar e como que eu meço é um PMM?
Porque assim tem algumas empresas.
Eu vou nossa, vou ser bem aqui, bem político.
Quer tem algumas empresas que elas tendem a medir as pessoas de maneira errada, porque elas não sabem como medir essas pessoas.
E aí entra naquele livro a meta que é diga me como me medes, que eu direi como me comporto.
E aí muitas empresas é mede prat managers por quantidade de.
Features entregues ao invés de quantidade de impacto gerado naquela splent ou naquele mês.
Enfim, aquelas coisas no PMM.
Tem essa coisa de os stakeholders achar que, pô, mas essas responsabilidades, o tipo de marketing já faz, então é marketing.
Só que não é marketing, né?
É.
E aí pode se contratar OPMM querendo medir ele como marketing, mas não se mede ele como marketing.
Então vou medir como produto.
E também não se mede como produto.
Como que mede?
Ô Bianca.
Eu posso falar uma infinidade de métricas aqui, tá?
Depois a gente pode até fazer conversar um pouco mais sobre isso, fazer tão o material, porque tem coisa pra caramba.
Mas assim, de maneira geral, é quando a gente olha para operacional.
Se é, se é um papel operacional, eu gosto das métricas sempre de qualidade, do que você tá fazendo.
Então qual que é a qualidade desse conteúdo?
Pega um docsend da vida, é uma plataforma que mede a qualidade desse conteúdo e analisa.
Então esse é um é um tipo de métrica que eu gosto, taxa de leitura, tempo de leitura que as pessoas estão passando dentro daquele material, né?
São métricas que eu gosto bastante de utilizar quando a gente entra num num lado mais tático.
É, você tem que entender o que que está saindo, o que está entrando ali dentro das sprints, né?
Ele está conseguindo dar vazão para tudo, quando dá vazão, dá o resultado esperado.
Eu iria mais nessa linha.
Quando a gente está no estratégico, o cara não tem jeito.
Na minha cabeça, a métrica que mede OPMM é a métrica de receita e pode ser a métrica de receita que te fizer mais sentido para sua empresa, tá?
É do meu caso, por exemplo, hoje a sua medida por novas leiras também em outras coisas, mas isso também é, é, é grande parte.
Então eu brinco que OPMM, ele tem que trazer uma métrica que eu chamo de QDD, que é a quantidade de dinheiro envolvido.
Tem que trazer dinheiro, não tem jeito, né?
É o seu trabalho ali, é trazer dinheiro para empresa.
A gente vive um sistema capitalista, somos marqueteiros, né?
EE, é isso que a gente tá buscando e.
De maneira geral, acho que esse esse é o olhar, mas, cara, dá para explorar muito se você pensar no efeito que você quer ter nessa pessoa.
É isso que você falou, né?
Pois a métrica move a pessoa numa certa direção.
Ah, se você quer que a pessoa olhe para a qualidade do conteúdo, você vai olhar ali.
Mas não, eu quero que essa pessoa execute muita coisa, então eu vou olhar para o número de tarefas que ela faz.
Então acho que depende um pouco também do efeito que você quer dar nessa equipe, nessas pessoas.
Tivemos uma aula de de parte marketing aqui.
É, sigam Bianca Maia.
A Bianca vai voltar mais vezes por quê?
Porque o desafio dela agora é trazer como um PMM usa IA no dia a dia, então ela vai trazer ela.
Não estava Combinado, só joguei agora no meio da gravação, porque assim ela não fala não, porque está gravado.
É.
Então trazer aqui, como que um PMM pode usar no dia a dia?
Compartilhando tela, mostrando mesmo as ferramentas como que usa.
IA no dia a dia de um PMN?
Então a Bianca vai voltar mais vezes aqui No No PG, porque as maiores referências da área de port, marketing, de produto, enfim, de tech negócios passam por aqui.
Então passou por aqui e fica aqui, sabe?
Isso aí, com certeza.
Fique à vontade para me convidar de novo.
É uma honra de novo estar aqui com você.
E é muito gostoso falar sobre isso.
Então se você quiser sentar e quem quiser sentar comigo para conversar horas e horas sobre isso, se for no bar, então melhor ainda.
Ótimo, ótimo.
Então você que está ouvindo e ouviu até aqui, não se esqueça de se conectar com com a Bianca.
O link do LinkedIn dela está na descrição.
Manda uma mensagem, fala, Bianca, Bora tomar uma, é?
Para a gente falar sobre pmm e eu falar mal da empresa onde eu estou?
É isso que a pessoa vai mandar pra você, você manda isso que a Bianca vai saber que você veio pelo pelo PG.
Bianca, tem tem algum link, tem alguma outra coisa, mentoria, curso, alguma coisa que você queira compartilhar aqui?
A gente deixa o link aqui, é.
Em todas as redes sociais, se você procurar o arroba tal da Bianca Maia, você vai me encontrar.
E tem a news da Bia também, que é a minha news letter.
Está um pouquinho parado porque né, eu estava terminando meu mestrado dela, é mais agora vai voltar e mentorias também.
Quem tiver algum interesse, só me chamar no LinkedIn, contar sua história, me conta porque você está procurando, eu estou.
Eu sou bem disponível no geral, eu respondo bem rápido.
Todos os links estarão na descrição.
E é isso é por mais prot managers mais prot managers não.
Mais prot managers não.
Foi mais Freud marketing managers nas empresas.
Super não Freud managers.
Acho que já deu calma, Hein?
Calma é calma.
Beijos, tchau, fui.
