Episode Description
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Há uma diferença pequena entre as perguntas que acabam em ponto de interrogação e as que acabam em reticências. Uma obriga a responder. A outra dá espaço para se dizer o que já se queria dizer. Carlos Daniel faz perguntas em direto há mais de trinta anos, em momentos altos da vida do país, e nesta conversa explica como esta distinção mínima define grande parte do estado actual da comunicação pública.
Destaques desta conversa:
A pergunta como ofício: porque uma boa pergunta acaba em ponto de interrogação, nunca em reticências
A lealdade do jornalista: ao público, não ao chefe nem ao patrão
A profissionalização da resposta: eles apostam na resposta, nós apostamos na pergunta
A agressividade certa: está no conteúdo, não no tom
Credibilidade por acumulação: anos a construir, um instante a destruir
A escrita oral: porque se escreve para dizer, não para ler
O primeiro Jornal da Tarde: o dia a seguir à morte de Ayrton Senna, com vinte e quatro anos
O peso do direto: trabalhar sem rede, com as redes a vir até nós
Sociologia e jornalismo: a regularidade é mais relevante que o episódio
O serviço público hoje: porque importa mais do que importou antes
"Uma boa pergunta acaba com um ponto de interrogação, em vez de acabar com reticências."
Episódio: https://perguntasimples.com/como-se-pergunta-bem-carlos-daniel
YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1
Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm
Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084
RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples
Website: https://www.perguntasimples.com
Há uma diferença pequena entre as perguntas que acabam em ponto de interrogação e as que acabam em reticências. Uma obriga a responder. A outra dá espaço para se dizer o que já se queria dizer. Carlos Daniel faz perguntas em direto há mais de trinta anos, em momentos altos da vida do país, e nesta conversa explica como esta distinção mínima define grande parte do estado actual da comunicação pública.
Destaques desta conversa:
A pergunta como ofício: porque uma boa pergunta acaba em ponto de interrogação, nunca em reticências
A lealdade do jornalista: ao público, não ao chefe nem ao patrão
A profissionalização da resposta: eles apostam na resposta, nós apostamos na pergunta
A agressividade certa: está no conteúdo, não no tom
Credibilidade por acumulação: anos a construir, um instante a destruir
A escrita oral: porque se escreve para dizer, não para ler
O primeiro Jornal da Tarde: o dia a seguir à morte de Ayrton Senna, com vinte e quatro anos
O peso do direto: trabalhar sem rede, com as redes a vir até nós
Sociologia e jornalismo: a regularidade é mais relevante que o episódio
O serviço público hoje: porque importa mais do que importou antes
"Uma boa pergunta acaba com um ponto de interrogação, em vez de acabar com reticências."
Episódio: https://perguntasimples.com/como-se-pergunta-bem-carlos-daniel
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