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Episode Description
Ao se aliarem a Israel no conflito contra o Irã, os Estados Unidos miraram no regime dos aiatolás, mas vêm acertando na inteligência artificial, uma tecnologia que, ironicamente, o país considera crucial para o futuro de sua dominância no mundo. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como as consequências do conflito para a IA, da falta de energia para data centers movidos a gás natural a uma quebra no fornecimento de suprimentos importantes, como hélio e alumínio, passando pelos distúrbios em uma região geográfica estratégica. Como se não bastasse ver os mísseis e bombas atrapalharem uma de suas apostas, a Casa Branca ainda foi tragada para uma batalha dentro da batalha. Com uma diferença: saem as armas letais e entram os memes. Mas não quaisquer memes. A zoeira é feita pela mesma IA que o conflito atrapalha. Irônico, porém, é ver que uma tecnologia tão cara e dispendiosa não é só usada para abastecer armas de precisão, mas também para criar vídeos e imagens tirando sarro do inimigo.
A China tem vencido os Estados Unidos em seu próprio território, e o avanço das empresas vindas do país asiático fizeram o Congresso norte-americano acender o sinal de alerta contra a inteligência artificial "made in Pequim". Deu Tilt explica como os modelos abertos de IA vindos da China passaram a ser os mais usados nos EUA. Isso inclui startups norte-americanas que são expoentes da nova onda tecnológica, como a Cursor. A invasão chinesa é encarada por parlamentares norte-americanos como uma ameaça à segurança nacional, um discurso que algumas das mais proeminentes big techs de IA já entabularam. Afinal, se a China prevalecer nesse campo, elas serão as maiores afetadas.
A China tem vencido os Estados Unidos em seu próprio território, e o avanço das empresas vindas do país asiático fizeram o Congresso norte-americano acender o sinal de alerta contra a inteligência artificial "made in Pequim". Helton e Diogo explicam como os modelos abertos de IA vindos da China passaram a ser os mais usados nos EUA. Isso inclui startups norte-americanas que são expoentes da nova onda tecnológica, como a Cursor. A invasão chinesa é encarada por parlamentares norte-americanos como uma ameaça à segurança nacional, um discurso que algumas das mais proeminentes big techs de IA já entabularam. Afinal, se a China prevalecer nesse campo, elas serão as maiores afetadas.
Capazes de aprender a encontrar soluções para atender humanos, os agentes de IA são a nova fronteira da inteligência artificial. Mas tem um probleminha. O que eles fazem quando estão livres, leves e soltos para agirem sem supervisão? O episódio conta como pesquisadores descobriram que os robôs autônomos podem virar verdadeiros agentes do caos. Entre as estripulias das máquinas, estão esconder informações de seus humanos, cortar seus meios de comunicação e até mentir para proteger pessoas desconhecidas. É um novo mundo, com novos dilemas e novas maneiras de as máquinas interagirem conosco.