Episode Description
Ao longo dos anos, o 8 de março tem se tornado cada vez mais um dia de visibilização das lutas das mulheres ao invés de um dia de comemoração. Essa ampliação também tem a ver com um papel que as redes sociais tiveram em ampliar e conectar essas lutas, que são internacionais e não universais. Feminismo já é uma palavra conhecida ao vocabulário, tratada por pessoas públicas, empresas, corporações, em nossas conversas triviais. Mas, em que medida essa popularização está desviando o debate sobre as estruturas de poder e normas sociais que restringem a vida das mulheres?
Vem com a gente! Afinal, o que temos até hoje é fruto de nossa conquista!
referências do episódio:
Feminismo com classe. As escolhas que não temos. E não “as escolhas que algumas podem”. Médium, 2019.
Donna Haraway. “Saberes localizados: a questão da ciência para o feminismo e o privilégio da perspectiva parcial”. Cadernos Pagu, n. 5, p. 07-41, 1995.
Audre Lorde. Mulheres negras: As ferramentas do mestre nunca irão desmantelar a casa do mestre. Portal Geledés, 2013.
María Lugones. “Rumo a um feminismo descolonial”. Revista de Estudos Feministas. v. 22 n. 3, 2014.
Marilyn Strathern. O Gênero da Dádiva. Editora Unicamp, 2006.
Silvia Federici. O Calibã e a Bruxa. Editora Elefante, 2009.
Fala comigo, bb: choracademica@gmail.com
Segue também: @choracademica
Este podcast é feito por Bárbara Ariola e Lorrane Campos.